Revista Statto

EU FALHEI COMO PAI

09/08/2020 às 09h49

“Tive medo da tamanha responsabilidade de ser pai, eu era muito jovem, imaturo. Não assumi a paternidade”.

“Eu ouvi tantas vezes da minha família que se engravidasse alguma garota, ninguém iria pagar pensão por mim. Eu iria ter que trabalhar ou pagar com a minha mesada. Acho que isso ficou tão gravado no meu inconsciente que hoje, mesmo casado com a mulher que amo e com uma boa situação financeira, ainda assim tenho medo de me tornar pai”.

“Bati muito nos meus filhos, hoje me arrependo. Mas, foi assim que aprendi, meu pai me bateu muito mais que eu os bati. Hoje nós somos “distantes””.

“Só dei importância para o meu trabalho, tinha uma situação financeira muito boa, achei que estava sendo o melhor pai do mundo ao proporcionar todos os bens materiais que meus filhos queriam, até eles entrarem na adolescência e começarem os problemas. Foi quando eu comecei a perceber que era preciso além do dinheiro, dar atenção, carinho, conversar, fazermos atividades juntos…”

“Nunca parei para ouvir meu filho, achava que por ser o pai, só eu devia falar. Ficamos tão distantes que hoje parecemos ser dois desconhecidos”.

Pesquisas mostram que os pais que realmente desejam ter um filho e se preparam meses antes de concebê-lo podem ter um bebê mais inteligente, saudável e feliz. Dizem também que os melhores pais são aqueles que vivem em um ambiente calmo e estável, sem vícios e têm bom relacionamento com a família e os amigos.

Tudo o que o pai fala ou faz afeta profundamente a mãe que, por sua vez, afeta o desenvolvimento do filho. Por exemplo: se o pai abandona a mãe, por qualquer motivo que seja, e ela fica com medo de não ter meios para sobreviver, isso afeta profundamente a interação entre ela e o bebê.

A Cinesiologia Quântica pode ajudar aos pais a libertarem-se da culpa que carregam, ressignificando os fatos do passado e podendo agir de forma mais amorosa no momento presente.

Gratidão a todos os pais!

AMIGO COMETE DESLIZES?

20/07/2020 às 14h52

Qual a definição de amigo? Aquela pessoa que está ao seu lado quando você precisa? Aquela pessoa que vai às festas contigo? Aquela em quem você pode confiar qualquer segredo? Quem tem respeito, consideração e é sincera com você? Ou ainda quem late ou mia para você? Aquela “desconhecida” que vive a curtir e compartilhar as suas postagens?

Antes, falávamos que a quantidade de amigos que uma pessoa teria ao longo de sua vida seria no máximo a quantidade de dedos de uma mão, e o que dizer sobre hoje, em que através das redes sociais podemos chegar a centenas e milhares de amigos? Admiro quando duas pessoas daquelas centenas de amigos virtuais se tornam amigos que representam um dedo da mão, indivíduos que aprofundaram suas relações ao ponto de tornarem-se grandes amigos.

No fundo, no fundo, queremos que as amizades ultrapassem as telas, os telefones e as cartas. Se você não sabe ou esqueceu o que é uma “carta” pesquise, ela ainda existe rs. Queremos amigos de “carne e osso” presentes na nossa vida, nos momentos difíceis, mas também nos momentos de comemoração. Entretanto, devido seu amigo ser de “carne e osso” ele também comete falhas, não espere um amigo perfeito, aliás, todos nós sabemos que estamos fazendo uma viagem de aprimoramento e as falhas fazem parte dessa viagem evolutiva. Mesmo que ele tenha inúmeras virtudes, cometerá em algum momento da vida, pequenos deslizes.

Não crie o mito do amigo perfeito, para que depois não se decepcione com ele. A beleza e a manutenção da amizade estão justamente em conhecer as virtudes e as falhas do outro e, mesmo assim, continuar a trilhar o caminho juntos. Caminho esse que fica mais leve com a companhia de pessoas queridas, companhia de corpo-presente quando é possível, companhia para cantar os parabéns no seu aniversário, naquela viagem das férias, ou mesmo naquela única ligação do ano para falar “Feliz Natal”, ou ainda as companhias distantes, do outro lado da tela

A Cinesiologia Quântica, também pode ser sua grande amiga que vai contribuir para o seu crescimento.

SER MÃE EM ÉPOCA DE PANDEMIA

12/05/2020 às 16h35

Neste momento, muitos estão sentindo um grande impacto e oscilação emocional, mental, física e espiritual. Isolamento, crises de ansiedade, pensamentos e sentimentos confusos, impaciência, irritação, medos e inseguranças.

Nas últimas semanas, a vibração de medo e tensão a nível planetário tem desencadeado uma grande negatividade que tem afetado a muitas pessoas.

E como sentem-se as mulheres, em especial as mães que comumente são mais sensíveis? Que muitas vezes pegam para si a responsabilidade pelo bem-estar dos filhos – mesmo quando não lhes cabe essa tarefa – mesmo quando os filhotes já são maiores de 30 anos.

Vou citar algumas situações vividas por algumas dessas mães com tenho contato:

“Trabalho numa padaria, além de sair para trabalhar com medo da exposição e risco de contagio, ligo umas três vezes ao dia para o meu filho perguntando se ele comeu o almoço que eu deixei pronto – filho tem 18 anos. Não tenho tempo para estudar, descansar ou assistir séries, como muitas pessoas estão fazendo na quarentena”.

Outra mãe disse:

“Por estar em home office, meus filhos (adultos) e meu marido, acham que eu estou disponível para eles, me interrompem inúmeras vezes ao dia durante o meu trabalho. Estou no meu limite”.

Já essa aqui:

“Precisei migrar o atendimento dos meus clientes presencias para o online, fiquei sem o apoio da minha mãe, que é idosa, e meu marido realiza o trabalho dele e nada mais. Não coopera com a casa, e raramente cuida dos nossos filhos”.

A maternidade por si só, é bela e grandiosa. Mas pelo que tenho ouvido das clientes em época de pandemia, não está fácil, mesmo quando já fez 20, 30, 40 anos… que a mulher engravidou e carregou o filho na barriga, ela parece querer carrega-lo e protegê-lo ainda. Ou o(a) filho(a) por sua vez, não quer se tornar adulto(a) e se responsabilizar por sua vida, para que a mamãe continue cuidando dele(a).

Ainda enquanto criança, é comum a mulher ser educada para ser uma boa menina e cuidar dos outros. Isto a faz pensar e se comportar de acordo com esses ensinamentos que se tornaram crenças. Elas podem agir assim, mesmo quando não há necessidade, ou ainda não perceberam que não é possível carregar um filho de 25 anos “no colo”.

A mãe que sempre cuidou da casa, dos filhos, trabalha fora e ainda cuida do marido, tem se sentido ainda mais sobrecarregada com a necessidade de aumentar a higiene da casa, das coisas e das pessoas – e sem ter a empregada ou a diarista para ajudá-la nesse momento. Sobrecarregada por estar com os filhos em casa em tempo integral, querendo sua atenção e cuidados e ainda fazer home office. Dar um apoio aos seus pais idosos, enfim, a lista que já era longa, cresceu ainda mais.

Saia do automático e comece a observar sua rotina diária, que pode estar lhe deixando exausta, irritada, estressada e até mais propensa a doenças, depois de observar com atenção procure separar o que e quem precisa de seus cuidados, aquilo que realmente é de sua responsabilidade, e o que é de responsabilidade de outros, comece a delegar.

Quanto mais você se conhece, sabe quem verdadeiramente é, reconhece suas potencialidades e seus limites, você pode passar com mais facilidade por esse período. Evita sofrer por não conseguir fazer o que não está ao seu alcance, além de sentir-se mais confiante e tranquila por fazer a sua parte nesse processo de mudança planetária que está ocorrendo devido à pandemia.

Ao tirar da lista responsabilidades que não são suas, você pode abrir espaço para incluir um autocuidado ou uma atividade que te fortaleça, que te ajude a se sentir melhor.

Busque um contato com a natureza (ao menos, na plantinha que tem em casa), ore, medite, respire fundo, tire um tempo para exercitar sua criatividade ou para se dar um prazer, faça uma terapia online, dance, faça uma atividade física, ligue para as amigas e dê boas gargalhadas, exercite a gratidão, brinque com os animais de estimação, sente-se a mesa para tomar um café ou um chá, assista a live daquele artista que você gosta, leia aquele livro que comprou há um ano, fique sem fazer nada por cinco minutinhos, enfim algo que faça você se sentir bem. O importante é fazer algo por você, elevar a sua vibração, sair do automático e tirar a capa da supermãe que faz tudo pelos outros.

Meu muito obrigada a minha mãe e a todas as mães, saúde e paz para vocês!

COVID-19 – A MÃO FIRME E MACIA DA SOLIDARIEDADE E DO AMOR PODE NOS AJUDAR NESSE MOMENTO.

20/04/2020 às 19h43

Na situação atual, da pandemia do novo coronavírus, é preciso refletirmos sobre nossas atitudes. E se nós não usássemos nossa forma de pensar e agir como padrão de referência diante da situação atual da pandemia? Se cada um pudesse ampliar a visão e “ver com os olhos do outro”? Ou ao menos ter consciência de que há pessoas diferentes de nós, logo enxergarão e agirão de forma diferente da nossa? Sermos mais empáticos.

Existem pessoas que pensam e agem como patrões, outras como empregados, outras autónomas, desempregadas, aposentadas etc. E se não nos agredíssemos verbalmente por estarmos olhando por anglos diferentes? E se mesmo olhando por anglos diferentes conseguíssemos nos entender e nos ajudar mutuamente? Que é o que todos nós, no final das contas queremos: VIVER.  Cada um, ao seu modelo de “certo” e “adequado”, quer continuar vivendo.

Com quantos medos você está lidando na atual situação em que se encontra a sua família, sua cidade, seu país, nosso mundo? Há pessoas lidando apenas com um medo, o medo da pandemia que pode colocar a saúde em risco. Há pessoas lidando com dois medos, o de perder a saúde e o de perder recursos financeiros.

Para quem está lidando apenas com o medo de não conseguir preservar a saúde durante a pandemia, é algo novo, e é um medo passageiro. Não tem preocupação com o financeiro – pelo menos, a curto prazo, esse medo é desconhecido para elas, porque há riqueza mais que suficiente para ficar em casa de quarentena mantendo seu bom padrão de vida.

Já para as pessoas que estão lidando com dois medos, o medo da pandemia também é novo para elas, porém o medo da falta de recursos pode ser algo que lhes acompanha por longa data. Muitas pessoas trabalham num dia para reverter o pagamento em alimento no outro dia, e assim sucessivamente…. Imagine seu desespero ao ter que ficar em casa de quarentena, ou sair na rua para vender e ter ninguém para comprar seu produto. Ou pessoas que dependem da prestação de serviço. De certo, nem é o medo de não ter dinheiro para comprar álcool gel que mais lhe assusta, o que mais lhe assusta é o medo de não ter o que comer, é o medo de ser despejado da casa que mora. E, de fato, não poder ficar em casa, pois não há mais casa.

Entendo que, nesse momento, a quarentena é necessária, mas precisamos aprofundar o nosso olhar sobre nossos irmãozinhos, precisamos olhar por ângulos diferentes dos nossos, para assim buscarmos soluções que atendam a todos. Mas se você está numa situação financeira confortável, não precisa se sentir culpado, pelo contrário, deve alegrar-se, reconhecer seus potenciais e de todos aqueles que contribuíram para a sua prosperidade. Seja grato!

Aos que estão em situação financeira difícil, a culpa também não é uma boa companheira nesse momento. Já a esperança de dias melhores, a confiança e os novos pensamentos, sentimentos e atitudes podem trazer mais vida à sua vida.

Nessa fase que a humanidade está vivendo, muitas lições podem ser aprendidas, entre elas, se você está numa situação financeira confortável e pode pagar total ou parcialmente pelos serviços que lhe seriam prestados, porém devido a quarentena foram interrompidos, pague com o coração alegre, pague total ou parcialmente, ou antecipe esse valor para o profissional. Seja grato por poder contribuir.

Você que não pôde prestar o serviço, mas está necessitado desse dinheiro, receba com o coração alegre. Seja grato! Você que não pôde prestar o serviço, mas que ficará bem mesmo sem receber esse dinheiro, de coração alegre não receba. Seja grato e honesto.

Podemos também ligar para nossos conhecidos. Pergunte se estão precisando de algum tipo de ajuda. Mova sua roda de amigos ou familiares, faça uma mobilização em prol de alguém.

Solidariedade, amor, paciência, empatia, alegria, honestidade, ajudam a passar por essa fase com mais leveza, e devemos ficar atentos às ordens das autoridades.