Revista Statto

PROCRASTINAÇÃO

17/07/2020 às 10h20

Você se considera um procrastinador?

Todos nós possuímos alguma atividade – simples ou mais complexa – que deixamos para realizar depois. Este ato chama-se procrastinação: Adiar tarefas que deveriam ser feitas hoje, agora, no presente.

A procrastinação é um mecanismo que parece inofensivo de início, mas pode se tornar um grande problema se não for observado atentamente. Ela, por sua vez, gera cada vez mais ansiedade e atrapalha a autoestima, uma vez que faz com que a pessoa se cobre a todo momento e acabe fazendo as atividades de forma improvisada.

Como faço para identificar esse processo?

Repare em suas atitudes nos últimos tempos. Sua procrastinação é meramente “preguiça” ou está escondendo outros fatores como medo de avaliações (autoavaliação ou de outras pessoas), bloqueios em relação a atividade que tem que desenvolver ou algum receio específico?

COMO APRIMORAR SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

06/07/2020 às 09h04

Observe e analise seu próprio comportamento: Esteja atento para sua própria reação frente às situações que vivencia. Analise a sua atitude e procure entender como ela impactou o seu dia e suas relações. Mude de atitude sempre que perceber que o resultado foi negativo.

Domine as suas emoções: A impulsividade não é uma boa aliada para a maioria das situações. Então, procure dominar seus impulsos e emoções antes de tomar decisões ou dizer alguma coisa. Tente recobrar a calma e a razão antes de tudo. Exercícios de respiração podem ajudar nesse momento.

Aprenda a lidar com as emoções negativas: Não temos apenas bons momentos e bons sentimentos, e quando as emoções negativas (raiva, medo, insegurança, tristeza) acontecem, é preciso dominá-las e não permitir que nos controlem.

Aumente sua autoconfiança: Acredite em seu potencial e em suas habilidades. Acredite que você pode vencer obstáculos e que tem capacidade para superar as dificuldades e os momentos de crise. Faça isso ressaltando para si mesmo suas qualidades e talentos.

Aprenda a lidar com a pressão: As cobranças surgem de todos os lados e constantemente, por isso, precisamos desenvolver a inteligência emocional e aprender a lidar com a pressão do dia a dia para não deixar que a emoção tome o controle. Tente manter a calma em cada situação e pensar racionalmente. Respire e controle a ansiedade para não se deixar dominar pela emoção.

Não tenha medo de se expressar: Não deixar a emoção te dominar não é o mesmo que não a demonstrar. Você deve expor o que sente e expressar sua opinião, porém, deve colocar seu pensamento de maneira racional e equilibrada. O mesmo vale para as emoções mais íntimas. Fale sobre seu sentimento na relação e expresse o carinho, o amor e a até mesmo a carência.

Desenvolva o sentimento de empatia: Nada melhor para compreender o outro do que colocar-se na pele dele. Sempre procure colocar-se no lugar do outro vivendo uma situação para conseguir entender suas atitudes. Inverter os papéis pode ajudar a ser mais tolerante e compreensivo.

Exercite o respeito pelo próximo: Todos nós temos necessidades, limitações, direitos e deveres, por isso, é preciso reconhecer que temos falhas e qualidades para conseguirmos respeitar as falhas e reconhecer as qualidades dos outros. A inteligência emocional é caraterizada também pelo respeito às outras pessoas, pela solidariedade e a valorização dos talentos alheios.

Site: www.jessicaconstantino.com.br

COMO SAIR DE UM RELACIONAMENTO ABUSIVO?

05/02/2020 às 09h32

Precisamos falar sobre isso. Precisamos pensar a respeito. Os relacionamentos abusivos são relações marcadas por violência, frieza emocional, manipulações, jogos de controle e ciúmes doentio que inviabilizam a vítima de todas as formas possíveis, causando prejuízos graves e muitas vezes irreparáveis.

Mas como isso ocorre? O que preciso saber?

Em alguns casos, torna-se mais difícil identificar essas questões, pois a pessoa abusiva tenta convencer a vítima – quase que a todo o momento – que ela é a melhor opção, a única opção.

Normalmente, esse tipo de pessoa tem uma série de atitudes que fazem com que a vítima se sinta culpada pelas situações. É um ciclo vicioso, infelizmente. O abuso emocional – tão complicado e terrível como o abuso físico – gera sensação de inferioridade, baixa autoestima, visão distorcida de si (e também de futuro) e em casos mais graves pode acarretar em depressão.

O que fazer?

Cada caso é um caso, entretanto, divulgar informações a respeito disso é fundamental e pode ajudar muitas pessoas. Conhecimento é a chave para o desenvolvimento pleno.

Há alguns sinais que podem caracterizar um relacionamento abusivo, são eles: Controle demasiado, ciúmes e possessividade, manipulação, superioridade, mudanças de humor repentinas e sem motivo aparente, punição sem motivo, faz você se isolar (afastamento de familiares e amigos), desrespeito a outras pessoas, possui histórico de agressão e/ou abuso.

Se seu/sua [email protected] apresentar esses indícios de uma maneira exacerbada ligue o “sinal de alerta”, reavalie seu relacionamento, pense nos custos e benefícios de mantê-lo e, se possível, procure ajuda especializada. Você não está [email protected]!