Revista Statto

A GRANDE ESCOLA

26/11/2020 às 15h11

A passagem dos espíritos (somos espíritos num corpo perecível) pela vida corporal é necessária para que possamos cumprir por meio de uma ação material, os desígnios cuja execução Deus nos confia. É necessária para nosso bem, visto que a atividade que somos obrigados a exercer nos auxilia o desenvolvimento da inteligência.

Sendo soberanamente justo, Deus tem de distribuir tudo igualmente por todos os seus filhos; assim é que estabeleceu para todos o mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, as mesmas obrigações a cumprir e a mesma liberdade de proceder. Qualquer privilégio seria uma preferência, uma injustiça. Mas, a encarnação, para todos os espíritos, é apenas um estado transitório. É uma tarefa que Deus nos impõe, quando iniciamos a vida, como primeira experiência do uso que faremos do livre arbítrio.

Os que desempenham com zelo essas tarefas transpõem rapidamente e menos penosamente os primeiros graus da iniciação e mais cedo gozam do fruto de seus labores. Os que, ao contrário, usam mal da liberdade que Deus lhes concede retardam a sua marcha e, tal seja a obstinação que demonstrem, podem prolongar indefinidamente a necessidade da reencarnação e é quando se torna um castigo”. S. Luís. (Paris, 1859.)

Uma comparação vulgar fará se compreenda melhor essa diferença. O escolar não chega aos estudos superiores da ciência, senão depois de haver percorrido a série das classes que até lá o conduzirão. Essas classes, qualquer que seja o trabalho que exijam, são um meio de o estudante alcançar o fim e não um castigo que se lhe inflige. Se ele é esforçado, abrevia o caminho, no qual, então, menos espinhos encontrará. Outro tanto não sucede àquele a quem a negligência e a preguiça obrigam a passar duplamente por certas classes. Não é o trabalho da classe que constitui a punição; está se acha na obrigação de recomeçar o mesmo trabalho. Assim acontece com o homem na Terra. Para o espírito do selvagem, que está apenas no início da vida espiritual, a encarnação é um meio de ele desenvolver a sua inteligência; contudo, para o homem esclarecido, em quem o senso moral se acha largamente desenvolvido e que é obrigado a percorrer de novo as etapas de uma vida corpórea cheia de angústias, quando já poderia ter chegado ao fim, é um castigo, pela necessidade em que se vê de prolongar sua permanência em mundos inferiores e desgraçados.

Aquele que, ao contrário, trabalha ativamente pelo seu progresso moral, além de abreviar o tempo da encarnação material, pode também transpor de uma só vez os degraus intermédios que o separam dos mundos superiores. Pergunta: Não poderiam os espíritos encarnar uma única vez em determinado globo e preencher em esferas diferentes suas diferentes existências? Semelhante modo de ver só seria admissível se, na Terra, todos os homens estivessem exatamente no mesmo nível intelectual e moral. As diferenças que há entre eles, desde o selvagem ao homem civilizado, mostram quais são os degraus que têm de subir. A encarnação, aliás, precisa ter um fim útil.

Lembremos sempre que somos espíritos em um corpo carnal temporário, que vai se decompor logo ali.

PLANETA DIFÍCIL!

19/11/2020 às 11h34

Neste Planeta predomina o mal! Quando soube disso fiquei espantado, pois era jovem e não tinha valores religiosos bem definidos e fiquei a pensar por qual motivo teria vindo para um planeta assim! O tempo passou e respostas vieram. Realmente aqui temos apenas breves momentos de felicidade já que vivemos de braços com moléstias, disputa de espaço e entraves de relacionamentos.

Mas a literatura nos diz que em outras vidas estávamos em piores condições, portanto não devemos esmorecer, lutemos de todas as maneiras para melhorar um pouquinho que seja tendo como base os ensinamentos do Mestre Jesus. O meio mais simples para enfrentamento de qualquer dificuldade é a prece, aquela que dirigimos ao Criador pedido não o afastamento dos problemas, mas sim forças para superá-los. Foi Jesus que assim nos ensinou, pois até Ele nos momentos de angústia e que não foram poucos, recorria ao Pai para se fortificar.

Certo é que Deus não dá o fardo maior que podemos carregar, e permite todas as dificuldades que passamos em razão de comprometimentos que temos em vidas passadas ou equívocos nesta. Outro dia um amigo disse que agradecia sempre a Deus pelas coisas boas que lhe proporcionava e complementava dizendo que às vezes Deus judiava, mas sempre o compensava. Claro que esse amigo não tem o conhecimento da lei de ação e reação informada a nós pela espiritualidade, mas compreende como todos que devemos acreditar no Pai.

Sofremos apenas por dois motivos, ou seja, em razão de nosso mau proceder em outras existências e em virtude de nos equivocarmos nas atitudes que tomamos no cotidiano. Ainda falta muito para que consigamos harmonia interior, somos muito repentinos, basta nos contrariarem que deixamos aflorar raiva. Lutamos muitas vezes para conseguir objetivos e quando lá chegamos queremos mais, nos esquecendo de aproveitar o que conquistamos. Muitos passam a vida inteira estudando para conseguirem um espaço melhor e quando se dão conta perderam de viver o essencial. O principal é estar em paz com a consciência, pois o mundo tem um dinamismo próprio que muitas vezes entrará em conflito com nossos ideais, podendo gerar frustações em nós e pessoas afins se não alcançarmos o que buscamos.

Vamos à intimidade de nossos pensamentos, carrear a inspiração necessária para o que queremos atingir, mas conscientes de que estamos aqui para cumprir metas atreladas ao nosso histórico de todas as vidas. Muitas coisas que perseguimos arduamente nunca acontecerão e outras que às vezes não damos interesse nos serão colocados à disposição para realizarmos. Certamente as que queríamos incessantemente não favoreceria nossa evolução aqui na terra. Estamos num planeta difícil e devemos atentar para o que ocorre a nossa volta, para que assim possamos realizar o que efetivamente vai proporcionar nossa melhoria.

Que nossa mente seja elo com o Pai sempre.

ONDE ESTÁ A LEI DE DEUS?

13/11/2020 às 13h31

Uma grande estrutura circular construída há 5,5 mil anos foi descoberta há algum tempo no Peru. Tal construção seria uma das mais antigas das Américas. O local foi descoberto por arqueólogos peruanos e alemães debaixo de outra ruína, conhecida como Sechin Bajo, em Casma, a 370 quilômetros da capital, Lima. “Na realidade, esse monumento tem uma arquitetura extraordinária, que começou provavelmente nas construções mais arcaicas e se prolongou pela época mais formativa”, afirmou o arqueólogo German Yenque.

Antes da nova descoberta, a cidade de Caral era considerada a mais antiga da civilização ocidental, com cerca de 5000 anos. O Peru tem diversos sítios arqueológicos, e muitos deles precedem o poderoso império Inca, que atingiu o seu auge no século XVI, antes da invasão dos espanhóis.

A Terra, cuja origem de criação se perde no tempo, tem em sua estrutura uma variedade de construções que também se perdem no tempo. Segundo filosofias muita coisa ainda vai aparecer trazendo para nós através da ciência, como foi nossa origem neste Planeta. O homem surpreende-se ao obter descobertas desse tipo, mas na realidade está mais preocupado em desenvolver ódio, orgulho, vaidade, inveja, discórdia, humilhação do que olhar para dentro de si e questionar-se por que motivo veio a este Planeta.

Existem pessoas que passam a vida inteira praticando o mal a seu semelhante, às vezes destruindo uma família inteira, como por exemplo, pelas drogas e acham que ficarão impunes pela Lei de Deus.

Certa doutrina que tem em sua estrutura conteúdo filosófico registra em uma de suas obras, uma pergunta feita a uma esfera maior de conhecimento, onde está escrita a Lei de Deus? E foi respondido que está na consciência de cada um. Uma bela resposta, pois na maioria das vezes buscamos nos compêndios escritos informações a respeito de Deus.

Portanto não adianta fugirmos de nós mesmos. Devemos escavar em busca de informações sobre nossa origem e da onde viemos, mas também é de suma importância escavar o nosso íntimo a procura dos defeitos, objetivando corrigi-los e assim seguir evoluindo em direção ao Pai, pois para isso estamos aqui neste Planeta. Perseverança a todos.

A FIGUEIRA SEM FRUTOS

06/11/2020 às 09h26

Lembremos sempre da “Parábola da Figueira que Secou”. (Marcos, XI: 12-14 e 20-23).

Ela é o símbolo das pessoas que apenas aparentam o bem, mas na realidade nada produzem de bom: dos oradores que possuem mais brilho do que solidez, dotados do verniz das palavras de maneira que estas agradam aos ouvidos; mas, quando as analisamos, nada revelam de substancial para o coração; e, quando as acabamos de ouvir, perguntamos que proveito tivemos.

É também o símbolo de todas as pessoas que podem ser úteis e não o são; de todas as utopias, de todos os sistemas vazios, de todas as doutrinas sem bases sólidas. O que falta, na maioria das vezes, é a verdadeira fé, a fé realmente fecunda, a fé que comove as fibras do coração, em uma palavra, a fé que transporta montanhas. São árvores frondosas, mas sem frutos, e é por isso que Jesus as condena a esterilidade, pois dia virá em que ficarão secas até à raiz.

Isso quer dizer que todos os sistemas, todas as doutrinas que não produziram nenhum bem para a humanidade, serão reduzidas a nada; e que todos os homens voluntariamente inúteis, que não se utilizaram os recursos de que estavam dotados, serão tratados como a figueira seca.

Os médiuns são os intérpretes dos Espíritos. Suprem o organismo material que falta a estes, para nos transmitirem as suas instruções. Eis porque são dotados de faculdades para esse fim. Nestes tempos de renovação social, desempenham uma missão especial: são como árvores que devem dispensar o alimento espiritual aos seus irmãos. Por isso, multiplicam-se, de maneira a que o alimento seja abundante. Espalham-se por toda parte, em todos os países, em todas as classes sociais, entre os ricos e os pobres, os grandes e os pequenos, a fim de que em parte alguma haja deserdados, e para provar aos homens que todos são chamados. Mas se eles desviam de seu fim providencial a faculdade preciosa que lhes foi concedida, se a colocam a serviço de coisas fúteis e prejudiciais, ou dos interesses mundanos; se, em vez de frutos salutares, dão maus frutos; se se recusam a torná-la proveitosa para os outros; se nem mesmo para si tiram os proveitos da melhoria própria, então se assemelham à figueira estéril. Deus, então, lhe retirará um dom que se tornou inútil entre as suas mãos; a semente que não souberam semear; e os deixará tornarem-se presas dos maus Espíritos.

Texto baseado em interpretação do Evangelho – Muita paz a todos.

 

CIRURGIAS ESPIRITUAIS, CURAS

30/10/2020 às 09h04

É comum por ocasião dos aniversários desejarmos coisas boas e entre os desejos o que nunca falta é a manifestação de saúde. Isso acontece em razão de ser um fato primordial para todos nós o estar bem. Existem outros fatores que nos debilitam, como por exemplo, a falta de dinheiro, problemas de relacionamento com familiares, mas a saúde é o que mais vai nos abalar, pois no momento que surge algum sintoma de moléstia já começamos a nos preocupar acreditando ser algo grave e isso influi em nosso organismo e num primeiro momento até pioramos.

O médico é acionado e só vamos ficar tranquilos quando este profissional nos diagnosticar que não é sério, mas se acontece ao contrário nos desesperamos e buscamos tratamentos complementares, passando a pensar em Deus, para quem acredita, e nas doenças mais graves somos capazes de ingerir medicamentos dos mais exóticos, além de buscar em rituais ou crenças a melhora.

Quando a situação se complica e nossa moléstia poder ensejar o fim de nossa vida física, lembramos que certas pessoas dizem ter conseguido se curar através das chamadas cirurgias astrais, ou curas espirituais.

De fato, as curas espirituais existem, pois sempre digo em minhas palestras que nunca estamos abandonados aqui na Terra, pois se Deus nos criou, certamente tem propósito para conosco, coisa que muitas vezes alguns não entendem, mas realmente fazemos parte de tudo que existe.

Vemos seguidamente reportagens demonstrando cirurgias feitas por médiuns, algumas polêmicas, pois se são espirituais não necessitariam de instrumentos como bisturi, tesoura, facas ou algodão, mas isso vai da crença de cada um e certamente devemos levar em consideração se houve melhora para a saúde de quem foi submetido a tal ritual.

Sou da vertente de raciocínio que as cirurgias devam ser realizadas utilizando-se apenas a mente que entra em contato com a espiritualidade maior, e os médicos do espaço vão nos atender. Lembremos que Jesus foi um dos que mais cirurgias fez quando aqui esteve fisicamente, curando tendo a pessoa presente e muitas vezes a distância.

Mas a cura para nossas mazelas está atrelada ao merecimento. Existem doenças que temos de atravessar e temos que ter convicção que elas chegam para nosso engrandecimento moral. É muitas vezes algo que trazemos de vidas passadas, pelos excessos cometidos e que nesta vida passamos por depuração. Chico Xavier possuía vários problemas de saúde e certa feita perguntado o motivo pelo qual não se submetia a uma operação astral, disse que tinha de passar as dificuldades do problema que trazia, pois se fosse operado certamente outro mal similar lhe acometeria. Já Divaldo Franco certa ocasião foi operado das cordas vocais, espiritualmente e nunca mais teve ronquidão.

São situações distintas, mas as cirurgias astrais existem sim, resta saber se somos merecedores da cura ou não.

PIRÂMIDES MISTÉRIO

23/10/2020 às 18h24

A cada momento cientistas e estudiosos nas respectivas áreas, nos trazem informações valiosíssimas a respeito do passado.

É sempre uma incógnita de como as pirâmides foram construídas, e com uma perfeição em seus traços geométricos, construções estas que vararam os tempos e continuam intactas, principalmente em seu interior.

Somos seguidores daquela linha de raciocínio de que elas foram idealizadas e construídas por habitantes de outra esfera planetária, mais elevada do que a Terra e que aqui estiveram de passagem no sentido de evoluir o nosso planeta. Um povo com ideias e conhecimentos avançados, até porque Jesus mesmo nos disse que existem muitas moradas na Casa do Pai, sendo as moradas os mais diversos orbes existentes no universo.

Não faz muito tempo, Arqueólogos egípcios descobriram um grupo de novas tumbas de trabalhadores que construíram as pirâmides, abrindo espaço para entender a forma como eles viviam e comiam há mais de 4.000 anos. A revelação foi feita pelo departamento de antiguidades do país.

As tumbas são pertencentes à 4ª dinastia, entre os anos 2.575a.C. e 2.467a.C., quando as Grandes Pirâmides foram construídas, segundo o diretor do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, Zahi Hawass. As primeiras tumbas de trabalhadores que construíram as pirâmides foram encontradas nos anos 1990 e, junto com as novas descobertas, indicam que os trabalhadores não eram escravos, como se pensava anteriormente. “Essas tumbas foram construídas ao lado da pirâmide do rei, o que indica que essas pessoas não eram escravas, pois não poderiam ter construído suas tumbas dessa forma“, disse Hawass. As tumbas eram usadas para trabalhadores mortos durante a construção.

As evidências encontradas apontam que aproximadamente 10 mil trabalhadores atuaram na construção das pirâmides e eles comiam 21 bois e 23 ovelhas que eram enviados diariamente para eles por fazendas do Norte e do sul do Egito.

As pesquisas continuam até hoje e não se chegou ainda a uma conclusão do objetivo das pirâmides e efetivamente que tipo de equipamento foi utilizado para cortar e colocar milimetricamente as pedras.

Mas encontramos na literatura filosófica informações que a construção foi idealizada e construída por civilização bem evoluída que esteve aqui na Terra e retornou ao plano espiritual. São questões que ensejam um mistério, pois que traçando um parâmetro com os dias de hoje, vemos a complexidade que é construir um arranha céu, mesmo dispondo guindastes potentes.

Sabemos que pessoas dotadas de certas aptidões podem utilizando-se da concentração mental fazer transporte de objetos de um lugar para outro, às vezes até de longas distâncias, e tratando-se de seres com alto grau de sabedoria e conhecimento, nada seria de surpreender.

Certamente à medida que evoluirmos vamos encontrar os esclarecimentos necessários.

COFRE CHEIO. APEGO MATERIAL. PANDEMIA

16/10/2020 às 10h10

Somos muito apegados à matéria. Aos bens materiais. Não suportamos a ideia de morrer e deixar tudo que acumulamos durante a vida em mãos de outros, e quando acumulamos mais e mais dizemos que é para deixar aos filhos. Será?

Certa ocasião, numa atividade mediúnica nos foi trazido para esclarecimento um desencarnado que possuía muitas terras, e mantinha num grande cofre de uma das suas fazendas soma substancial em ouro. O espírito fazendeiro embora não pertencesse mais a esta vida permanecia agarrado ao cofre, tentando abri-lo e se negava a seguir a trajetória na espiritualidade, situação esta difícil de ser resolvida, pois que ele não acreditava estar sem o corpo físico, e sentia-se como se estivesse sonhando.

Estas situações são comuns acontecerem por ocasião do passamento, pois infelizmente somos preparados para viver e esquecemos que temos um tempo de validade. Tomamos sempre por base o nosso tempo de permanência aqui na Terra pela idade das pessoas idosas, e durante a maior parte de nossa vida não nos preparamos para o passamento.

A maioria das crenças religiosas não aborda vida além-túmulo, informando aos seguidores que tudo termina com a morte e que entrarão num sono profundo de descanso até o juízo final. No entanto quem assim acredita se depara com uma realidade diferente.

Mesmo agora com essa pandemia que pode nos levar de uma hora para outra, a exemplo de outras doenças repentinas, não conversamos sobre o que devemos adotar de um momento para outro. A maioria reclama do distanciamento, do ter que conviver com máscara, e higienizar-se constantemente, mas não troca informações a respeito de ser acometido pela doença e ter de separar-se de seus bens e entes queridos num piscar de olhos.

Ser curado de qualquer moléstia tem a ver com merecimento. Uma doença que pode ser considerada fatal vem sempre para nos mudar a maneira de encarar a vida. Às vezes nos achamos pessoas boas por fazermos caridades, de distribuir alimentos, roupas, ou dar quantia em dinheiro. Esta é a caridade mais simples de realizarmos e os governantes fazem isso rotineiramente, pois dependem apenas de recursos. Existem outras caridades que ai sim são meritórias, como adoção de uma criança sem lar, cuidar um doente ou tratar bem um idoso. Não basta sermos caridosos materialmente, temos de sermos nos moldes que Jesus ensinou.

Uma palavra amiga ou um bom conselho também é caridade. Lembremos que Jesus procurava sempre levar uma palavra de consolo e quando praticava a cura sempre orientava a não pecar mais, isto é, deveria o doente que conseguia escapar de doença grave, modificar seu comportamento. Assim continua nos dias de hoje, pois a evangelização de Jesus não mudou.

Pensemos um pouco mais no que pode nos acontecer repentinamente e procuremos nos esclarecer, para não ficarmos agarrados ao cofre. Muita paz amigos.

INVESTIGAÇÕES, PROVAS. “… PAZ SEJA NESTA CASA”.

13/10/2020 às 10h01

Existem situações na vida que embora não acreditemos existem, e nos envolve mais do que imaginamos.

Shakespeare diz assim: “Há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia

E vamos encontrar nas leituras decodificadas do filósofo Kardec, que quando perguntado se influem os espíritos em nossos pensamentos e atos, diz: “Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem”.

É certo que todas as vezes que estamos investidos de uma profissão e a estamos desempenhando com seriedade e temos uma conduta digna, vamos a princípio acreditar obter êxito em nossas tarefas. Isto vale para qualquer nível de trabalho que desempenhemos.

Mas as trevas se organizam para proteger aquelas pessoas que estão comprometidas no mal aqui na Terra, afinal já disse um estudioso certa ocasião que “o mal está a serviço do bem”, e Jesus nos disse que os escândalos são necessários. Esses ocupantes dos locais trevosos são os que tentam de alguma forma atrapalhar muitas atividades, principalmente aquelas que se relacionam com o sucesso de determinadas profissões.

É comum no desempenho da função, policiais adentrarem nas mais diversas residências para cumprirem mandado de busca com objetivo de conseguirem indícios ou provas que possam esclarecer delitos, e as diligências acabarem não sendo exitosas, e muitas vezes se questiona o porquê do não sucesso na tarefa se estava tudo tão bem planejado!

Vemos todos os dias nos noticiários que os esses Defensores da Lei fizeram determinada busca, mas não encontraram provas ou às vezes não conseguiram prender o autor do crime.

Certamente o sucesso está atrelado a questões ao que está oculto ao trabalho desenvolvido. Por isso é importante que estejamos com o pensamento elevado, e isso vale para qualquer atividade, pois assim estaremos sempre acompanhados de benfeitores espirituais amigos que nos auxiliarão e até nos intuirão de onde achar, no caso as provas almejadas em determinado serviço de busca.

A espiritualidade dispõe tanto de meios benéficos como de prejudiciais para nos envolver, e muitas vezes temos nossa visão espiritual aclarada, como também colocam uma venda em nosso raciocínio que nos impede de obter sucesso no momento do trabalho.

É importante que ao iniciarmos qualquer serviço e principalmente sendo ele de risco e que enseje destino de pessoa, façamos elevação de pensamento a Deus pedindo a proteção. Não importa a religião. Isso pode ser bem antes do trabalho e mentalmente. Agindo assim afastamos qualquer influência negativa que esteja a nos envolver.

Por tudo isso é que Jesus sempre aconselhava, “… e em qualquer casa onde entrardes, dizei antes: paz seja nesta casa”.

PERDOAR. ESQUECER É MAIS DIFÍCIL

02/10/2020 às 16h16

Existe uma grande diferença em perdoar e do ato de esquecer. Acreditamos que é menos difícil perdoar do que esquecer, pois é comum dizer-se “quem leva o tapa nunca esquece”. De fato, é tarefa complicada.

Tem um parente meu que o considero muito, e ele sempre diz “eu nunca faço a primeira ofensa”. É muito importante isso, pois constato que esta pessoa já atingiu um grau de evolução, mas como se comportará depois de ser ofendido?

Sabemos que existem pessoas que não estão nem ai para evolução moral ou conduta correta. Querem mesmo é ofender, passar por cima dos outros sem a mínima consideração. É destas pessoas que devemos nos cuidar, pois como estão acostumadas a estarem envoltas em energias ruins não se preocupam com a língua ou atitudes maldosas.

Mas no momento que somos ofendidos a tendência é revidarmos, pois é uma questão de autodefesa que nos acompanha desde o tempo que dispúnhamos apenas o instinto, embora após algum tempo constatemos que aquela energia péssima que nos envolveu não deve continuar conosco, motivo pelo qual devemos então pensar no perdão, já que a ofensa não partiu de nós.

Então vem o momento de trabalharmos o perdão, que não é fácil, mas com dedicação e muita meditação, vamos conseguindo. Mas repito: não é fácil! Pode demorar dias, meses, anos ou até nem acontecer nesta vida, mas se conseguirmos perdoar o que nos foi feito, temos então de tentarmos esquecer o acontecido.

Isso é mais difícil, pois embora tenhamos a capacidade de minimizar a lembrança da ofensa, calúnia, ou lá o que, sempre fica um resíduo em nossa mente do fato, e volta e meia comentamos com alguém ou até mesmo nos pegamos pensando, e isso nos reporta a um momento de energia muito prejudicial ao organismo.

Jesus sabendo da difícil tarefa de perdoar, respondeu dizendo que o deveríamos praticar setenta vezes sete, isto é, indefinidamente.

Mas não nos preocupemos de quantas vezes vamos lembrar o acontecido, o importante é que cada momento que aquela energia ruinzinha venha à mente, lembremos o Mestre, e perdoemos novamente. Esse é um exercício que vai de encontro ao que Ele falou. Agindo assim aquilo que nos fizeram vai ficando cada vez mais longe, e certamente ao longo do tempo quase nem lembraremos mais.

Não podemos sair desta vida levando conosco um rancor de uma pessoa que muitas vezes nem lembra o mal que causou, e que certamente terá de prestar contas ao Criador num futuro próximo ou até mesmo nesta existência, mas nós, não carregando o rancor estaremos livres do contato com o ofensor em outra vida, pois o liberamos de resgatar algo conosco.

Exercitemos o perdão setenta vezes sete, e tentemos esquecer, e certamente ficaremos livres. Energia a todos.

PROLONGANDO O SOFRIMENTO

25/09/2020 às 09h10

É normal sem querer, prolongarmos o sofrimento do doente que está agonizando, pois ao vermos a piora dele passamos a lastimar veemente a separação que se aproxima, chorando, nos desesperando, rogando a Deus que não o leve, pedindo ao médico que se empenhe em salvá-lo, fazendo correntes de pensamento pela cura, e isto faz com que forneçamos ao natural um pouco de nossa energia para o moribundo. É semelhante a termos uma pilha fraca e colocarmos uma nova junto desta para ligar uma lanterna, que no caso a lanterna significa o organismo da pessoa, havendo, portanto uma diferença de potencial, e a pilha que estava fraca recebe uma injeção ficando com a carga equilibrada com a que fora colocada nova, e o espírito/alma que está prestes a abandonar o corpo material permanece ainda mais um pouco em razão desse tônus fornecido pelos familiares e amigos que se acercam ou sintonizam mentalmente com o doente.

Mas os benfeitores espirituais quando notam que chegou mesmo o momento de tal pessoa que está agonizante se ir, adicionam uma determinada quantidade de tônus vital nela, possibilitando assim uma reação momentânea. Com isso, os familiares notando a melhora resolvem se afastar do local, o que possibilita que logo a seguir seja pelos mentores cortado o elo que ligava o corpo material ao espiritual, e a morte física acontece. É a chamada “melhora para morrer”.

Por isso que as preces são importantes nos casos em que ainda não chegou a hora do desencarne, pois nunca sabemos quando determinada moléstia será a causadora da morte física, e sendo assim as orações se tornam energias que manipuladas pelos benfeitores, são canalizadas ao doente como tônus vital, agindo no organismo debilitado.

É certo que nas situações onde de fato está programado o passamento de determinada pessoa em razão de ferimento recebido ou moléstia contraída, as preces só servirão para que haja uma mobilização pelos Mensageiros de Jesus no sentido de assistir e ajudar na minimização das dores físicas do doente e sofrimento mental das pessoas que o querem bem.

Pessoas dotadas de vidência conseguem ver perfeitamente com os olhos da alma toda a atividade dos benfeitores no atendimento aos doentes, seja em suas residências ou em hospitais.

Na literatura encontramos explicações vasta a respeito de doentes que estão em fase terminal e que por ocasião de estarem dormindo ou sedados, são levados à beira mar para receberem energias reconfortantes ou orientações a respeito do desencarne que se aproxima. Alguns vão até visitar o hospital no plano espiritual, para onde irá após o passamento, isto para que tenha um desencarne sem traumas, ou seja, uma “morte serena” como muitos dizem.

Tenhamos a certeza que nos acompanham sempre benfeitores no momento do passamento. Ninguém está só.

ABREVIAR A VIDA É SOLUÇÃO?

18/09/2020 às 11h02

Neste mês as preocupações se concentram no denominado setembro amarelo. Isto tem a ver com a preocupação com aqueles que ainda persistem em acreditar que o abreviar a vida é a solução de tudo.

Pelo mundo sempre houve guerras que ensejaram milhões de mortes, cujas guerras se iniciam pela imprudência de conquistas que ao serem analisadas não teriam razões de existirem se não fosse à intransigência, e isso faz com que a aura planetária contenha resíduos influentes de extermínio nos envolvendo a resolver os problemas e ansiedade pelo extermínio.

Então, parece que dando cabo à vida tudo se resolve para quem se vai. Mas não é assim não!  Muito pelo contrário!  Partindo-se do princípio que a morte não existe e sim morre apenas o corpo material, pois que somos espírito/alma que ocupamos temporariamente um corpo que se decompõe, só agravamos a situação, pois após o suicídio vamos nos deparar com a realidade de que a vida continua e que ainda teremos de retornar em uma nova vida para reparar nossos erros, agora agravado pela lesão que cometemos ao nosso corpo astral, que é uma cópia do corpo material que tínhamos antes de cometer o ato.

Este corpo invisível que é uma cópia do nosso que estamos utilizando agora, também vai ser ferido da mesma maneira, e numa próxima vida estará com sérios problemas por ocasião de um novo nascimento, através da reencarnação, para quem acredita.

Vemos em torno de nós muitas pessoas mutiladas, com sérios defeitos físicos e normalmente não encontramos explicações plausíveis, mas certamente em vidas passadas ouve algo que aconteceu e foi então o corpo perispiritual lesado, e ao reencarnarem essas dificuldades afloram. Reflitamos por exemplo, qual seria a consequência de os chamados “homem bomba”?  Como seria na atualidade o corpo desses que numa outra vida se explodiu conscientemente?  Portanto, acreditar que o suicídio é uma solução para alguma situação, é um vão engano.

Existe sim um suicídio que é menos grave se podemos dizer assim, que é aquele repentino, que surge de uma depressão profunda e o autor não chega a ter tempo de medir as consequências. Mas a pessoa que tira a vida após planejar, às vezes até deixando uma carta, ou quem compra uma arma, corda, veneno, ou escolhe local fora de seu itinerário para consumá-lo, este se compromete gravemente com o Criador e certamente passará por períodos bem amargos quando de retorno à espiritualidade.

Devemos sempre pensar que para tudo na vida existe uma solução. Pode até ser que não seja a solução ideal ou a que esperávamos, mas sempre vamos receber auxilio quando elevarmos o pensamento a Deus. Pelo menos vamos ter a ajuda para enfrentar as dificuldades e carregar o fardo, fardo que todos nós temos, seja com mais ou com menos peso.

Muita força amigos e resistamos todos os momentos de fraqueza.

ESPADA DE SÃO JORGE, PIMENTA, FERRADURA…

13/09/2020 às 09h15

Para quem não conhece como funcionam as energias, pode ser pego de surpresa por alguns acontecimentos, afinal não é porque não acreditemos em certas coisas que elas não existam.

Muitos não sabem explicar, por exemplo, o motivo pelo qual bocejamos quando alguém que está perto de nós boceja. Também não acham explicação para o sentir-se sonolento ao conversarem com determina pessoa.

Tais acontecimentos tem relação com a energia que emanamos ou se exterioriza de nós involuntariamente e é captada por outra pessoa, involuntariamente também.

Os supersticiosos são os que mais sofrem as influências dos ambientes. As pessoas que valorizam o poder de certas plantas, como espada de São Jorge, pimentas, arruda, alho, comigo ninguém pode, ou também alguns amuletos como elefantes, corujas, crucifixos, fitas, colares, ferraduras, pé de coelho, trevo, tatuagens e tantos outros, certamente quando adentram em recintos ou se deparam com tais aparatos, recebem impacto energético na mesma proporção que emanam!

É lógico que por traz de todos esses aparatos existe uma força espiritualista vinculada, mas que só atingirá a quem estiver desprovido de defesas, e quando falo em defesas, quero dizer desprovido de fé. Lembremos sempre que Jesus nos alertava para vigiar e orar.

Estando nós em vigilância, isto é, vigiando nossa mente para não desejar o mal ao próximo e procurando sempre perseverar no bem, certamente não seremos atingidos por qualquer força alheia!

Por outro lado, todo aquele que se utiliza de plantas, amuletos ou símbolos na intenção de intimidar outrem, está envolto numa energia negativa, e certamente logo ali será alvo de problemas que podem variar de doméstico, funcional ou físico, com pequenas ou até grandes consequências, pois afinal desconfiam de todos que estão a sua volta, motivo pelo qual, demonstrando insegurança, tentam a intimidação através de parafernália.

É enaltecedor demonstrar a fé, mas ela deve ser de foro íntimo. Uma prece dentro da carteira, uma medalhinha no pescoço sem exibição, uma tatuagem discreta, são atitudes particular que nos fortificam e não afrontamos os outros.

A base de tudo é Jesus, e pelos ensinamentos Dele, vemos que Ele se utilizava apenas da prece para exteriorizar fé e se conectar com o Pai. Portanto o restante passou a ser invenção nossa, que ainda não conseguimos nos livrar dos apegos materiais. Precisamos ainda do visual para fortificar o pensamento que vamos exteriorizar.

Tenhamos a certeza, de que tudo vai influir em nosso comportamento. Enquanto tivermos ligados a sentimentos menos elevados as energias vão sempre procurar nos desequilibrar, em confronto com quem persevera no bem.

MELANCOLIA

07/09/2020 às 16h17

O poeta cantou assim: “tem dias que a gente se sente, como que partiu ou morreu…”. De fato, às vezes nos desligamos do mundo como se não estivéssemos mais aqui. É uma tristeza tão profunda que nos invade que parece que nada mais tem sentido e até esquecemo-nos das pessoas que nos cercam e nos amam.

Um grande egoísmo se apossa de nós, pois demonstramos que o nosso sofrimento é maior do que qualquer o de outra pessoa. Isto se chama melancolia. Diz que é o espírito/alma que almeja sair do corpo, aspirando à felicidade e à liberdade, corpo este que lhe serve de prisão, mas reconhecendo inúteis esses esforços, cai no desânimo e, como o corpo lhe sofre a influência, toma-nos a lassidão, o abatimento, uma espécie de apatia, e nos julgamos infelizes.

Devemos resistir com tenacidade a essas impressões que nos enfraquecem a vontade, pois que esse sintoma passa no momento que o espirito que somos se conscientiza de que deve permanecer no corpo material, já que têm objetivos a cumprir na Terra.

Nunca podemos perder as forças e a vontade de viver. Devemos resistir a qualquer influência que nos coloque para baixo e tente nos derrubar. Temos conosco sempre a nos cuidar e torcer por nós um espírito guardião ou anjo da guarda como queiram chamar, que desde antes mesmo do nosso nascimento, quando no Plano Espiritual preparávamos a nossa vinda ao Planeta, nos acompanha, nos intui e vibra quando acertamos.

Mas os aconselhamentos desse Amigo invisível só são possíveis de serem ouvidos intimamente quando estivermos receptivos, isto é, com vontade de lutar pela vida, mesmo que nos reste pouco tempo em razão de moléstia grave. Mesmo nestes momentos nunca deixemos o desanimo nos tomar conta.

Se a saudade dos nossos queridos que já partiram for o motivo da tristeza, façamos uma prece pedindo a Jesus que os acolha em Seu ombro amigo e certamente essa partícula de energia de amor chegará até eles. Enquanto isso, sigamos nossa trajetória aqui na Terra até o dia que chegar a hora de todos nos reencontrarmos, pois fomos Criados pelo Pai para sermos eternos e resistir diante da melancolia.

Temos em nós a capacidade de enfrentar os problemas que nos atinge, basta para isso que resistamos ao momento que a melancolia se acerque de nós. Recorramos a prece sempre nos momentos melancólicos.

Força a todos.

QUEM SAI E QUEM PROSSEGUE?

04/09/2020 às 10h34

Aproximamo-nos do momento derradeiro para Autoridades Legislativas e Executivas municipais. É a fase final das convenções, articulações, composições e registro de candidaturas. Momento tenso, pois não deixa de ser avaliação e eleição. Momento em que os mesmos que estenderam tapetes vermelhos, podem puxar este mesmo tapete como fizeram com Jesus.

François Nicolas Madeleine, Cardeal Marlot, nos trouxe em 1863 a seguinte mensagem “a autoridade é uma delegação de que terá de prestar contas àquele que se ache dela investido. Não julgueis que lhe seja ela conferida para lhe proporcionar o vão prazer de mandar, nem, conforme o supõe a maioria dos potentados da Terra, como um direito, uma propriedade. Se fosse um privilégio inerente às suas personalidades, seria inalienável. A ninguém cabe dizer que uma coisa lhe pertence, quando lhe pode ser tirada sem seu consentimento”.

Deus confere a autoridade a título de missão, ou de prova, quando o entende, e a retira quando julga conveniente. Quem quer que seja depositário de autoridade, desde a do senhor sobre o seu servo, até a do soberano sobre o seu povo, não deve olvidar que tem almas a seu cargo. Que responderá pela boa ou má diretriz que dê aos seus subordinados e que sobre ele recairão as faltas que estes cometam os vícios a que sejam arrastados em consequência dessa diretriz ou dos maus exemplos, do mesmo modo que colherá os frutos da solicitude que empregar para os conduzir ao bem”.

Todo homem tem na Terra uma missão, grande ou pequena, qualquer que ela seja sempre lhe é dada para o bem. Falseá-la em seu princípio é, pois, falir ao seu desempenho. Assim como pergunta ao rico: “Que fizeste da riqueza que nas tuas mãos deverá ser um manancial a espalhar a fecundidade ao teu derredor”, também Deus inquirirá daquele que disponha de alguma autoridade: Que uso fizeste dessa autoridade? Que males evitaste? Que progresso facultaste? Se te dei subordinados, não foi para que os fizesses escravos da tua vontade, nem instrumentos dóceis aos teus caprichos ou à tua cupidez; fiz-te forte e confiei-te os que eram fracos, para que os amparasses e ajudasses a subir ao meu seio”.

A mensagem de François é muito apropriada aos dias de hoje e a vemos eclodindo a cada momento pelo mundo.

Efetivamente não viemos a Terra a passeio ou para levar uma vida contemplativa, principalmente quem detém alguma autoridade seja no nível que estiver investida, por eleição, concurso ou nomeação. A responsabilidade é tamanha e teremos de prestar contas de nossos atos quando de retorno à Espiritualidade Maior, isso se não tivermos consequências já nesta vida.

Neste momento o Criador já sabe quem sai e quem prossegue.

Lembremos sempre que nada acontece por acaso.