Revista Statto

RELACIONAMENTOS VERDADEIROS SÃO PARA OS FORTES!

09/10/2020 às 11h06

É fácil sair na noite, se encantar e se entregar para uma pessoa diferente por semana (quando não por dia)!

É simples se encontrar com alguém de vez em quando, sair para jantar ou fazer um programa especial, falar apenas sobre coisas legais, mostrar o melhor de si, e, depois, voltar para a sua casa, os seus problemas e a sua vida, com todos os desdobramentos que ela tem…

É descomplicado “curtir a vida adoidado”, não se envolver verdadeiramente com ninguém, não criar vínculos, ser “do mundo”…

Ou, até mesmo, dar “uma escapadinha”, uma “puladinha de cerca”, uma “arejada na relação” (!)…

E, por ser fácil, simples e descomplicado, QUALQUER UM consegue!

O complexo, o difícil, o que exige jogo de cintura, inteligência emocional, planejamento e dedicação, é ter um relacionamento verdadeiro.

Dormir e acordar com a mesma pessoa, todos os dias, ano após ano, enfrentando contas para pagar, problemas no trabalho, crises existenciais, filhos doentes, mudança de entendimentos, de estilos de vida e de aspirações…

Isso, sim, é para os fortes!

E uma das grandes verdades no que diz respeito a relacionamentos amorosos, é que “o amor, somente, não basta! ”

Quem dera ele dessa conta do recado, resolvesse todos os contratempos, todos os desafios e desgostos que surgem ao longo da jornada de um casal…

Na adolescência (geralmente), ou na fase inicial da “paixão”, quando percebemos que amamos – e somos amados – “de verdade”, que o sentimento é profundo, sincero e correspondido, achamos que pronto, estamos resolvidos na vida! Tiramos a sorte grande! Acabou-se a procura, as angústias, os conflitos. Só que não…

Cada pessoa, além de única e indecifrável até para ela mesma, é um ser em constante evolução e transformação.

Todos vamos nos descobrindo e nos melhorando ao longo da vida. Não permanecemos sempre os mesmos, não tem jeito.

E o amor, nesse contexto, tem que se reconstruir junto com cada um dos envolvidos e com o relacionamento em si, dia após dia. Ele precisa se atualizar, se reinventar, se redescobrir. E esse é um trabalho sem fim…

Aprender a sobreviver sem o frio na barriga, a ansiedade pelo encontro, as borboletas no estômago e os pés nas nuvens que existiam lá no começo…

Aprender a resistir a TPMs, maus-humores (e maus-hálitos) matinais; à falta de grana (ou de vontade) para sair, viajar, mudar os ares; à falta de tempo e ao cansaço do dia-a-dia; às mudanças de sonhos, projetos de vida e ambições que podem surgir…

Sem contar a reviravolta completa na rotina, no tempo, nos planos e na energia que a chegada dos filhos – para quem os tem – certamente traz no pacote…

Relacionamentos verdadeiros – aqueles que não existem apenas para se ter uma “imagem social”, que dispensam válvulas de escape e “escoros”, e que não traduzem apenas conformismo e acomodação de seres descontentes – são, definitivamente, para os fortes!

Mas saber que se tem alguém para te abraçar no fim daquele dia difícil, para te acalentar quando aquele projeto não deu certo e para te fazer rir de si mesmo quando se fez uma besteira…

Alguém que te conhece suficientemente para respeitar suas particularidades, aceitar suas imperfeições e compreender suas incertezas…

Alguém que sempre vai estar ao seu lado, que se preocupa realmente em te cuidar, que compra os teus devaneios e se empenha, sinceramente, para te ver feliz…

Alguém que, enfim, te ama por tudo – e apesar de tudo – o que você é, de fato, sem máscaras, sem estimulantes, o tempo todo, e apesar do tempo…

Isso, definitivamente, não tem preço, não tem definição e faz tudo valer a pena!

Sinceramente, na minha opinião, só não quer um relacionamento verdadeiro quem ainda não o experimentou…

EU SÓ QUERIA UM AMOR…

15/09/2020 às 10h36

Amor verdadeiro, verdadeiro amor

Eu só te queria sincero, intocável e crescente

Leal, sereno e excitante

Te queria puro, leve e intenso

Tudo ao mesmo tempo, e mais, muito mais…

Eu só queria um amor verdadeiro

Que fosse sincero, intenso, intocável

Que pudesse ser vivido com liberdade e suavidade,

Com a certeza de que, poderia o mundo virar de ponta cabeça,

Ele permaneceria o mesmo.

Mas, por favor, um amor que não fosse desses de novela,

Pois não gosto de meninas oferecidas, mocinhos do mal, bruxas ou tragédias para deixar a história “mais emocionante”

Também não gosto que as coisas deem certo apenas no final…

Queria, na minha vida, alguém que não pronunciasse “eu te amo” à toa, mas tão somente quando o sentimento fosse equivalentemente grandioso

Queria constância, solidez, intensidade e leveza.

Eu gostaria de alguém com quem pudesse ficar à vontade, ser eu mesma, em tempo integral

Que não precisasse me preocupar se eventualmente estou de cara lavada ou com uma roupa velha e sem graça

Queria alguém que me desejasse mesmo de pijamas e de cabelo molhado numa tarde de domingo…

Queria alguém que comprasse, verdadeiramente, os meus devaneios

Que se interessasse nos meus sonhos e ajudasse a torná-los realidade

Que risse dos meus defeitos, e se divertisse com a minha “desastrice”…

Queria alguém que confiasse em mim plenamente, que não ficasse me investigando

Alguém, sobretudo, que eu não precisasse vigiar,

Pois, mesmo que olhasse para os lados, eu saberia que o seu coração (e o seu corpo) seriam sempre exclusiva e totalmente meus…

Queria alguém que não necessariamente me garantisse fidelidade perene

Mas que comigo firmasse um pacto eterno de lealdade

Em quem eu pudesse confiar de todo o meu coração

Pois teria absoluta certeza de que jamais iria machucá-lo.

Eu queria tanto um amor que não me trouxesse angústia

Que não me fizesse ficar pensando em formas de garanti-lo

Que não me gerasse dúvidas constantes da sua integridade

E que me permitisse um mergulho destemido em suas profundezas…

Queria alguém tranquilo, sereno e sensato

Mas, às vezes, entusiasmado, doidinho e arrebatador

Para contrabalançar minhas mudanças de humor…

Queria, afinal, alguém que verdadeiramente se importasse com o nosso amor

Para quem não houvesse mau tempo, crise econômica ou problemas no trabalho que preponderassem sobre a alegria constante de termos um ao outro

Alguém que sempre estivesse disponível quando eu precisasse de apoio

E que ficasse sempre do meu lado, me defendendo do mundo, ainda quando precisasse me dar “puxões de orelha”…

Eu só queria alguém que fosse, de verdade e ao mesmo tempo, amigo, amante e irmão

A minha luz, o meu porto seguro, a minha certeza

Um ser afeto a detalhes, preocupado em surpreender

Alguém que, até mesmo, me puxasse de volta, para encostar os pés no chão, quando eu estivesse “voando” demais

Apesar de, na maior parte do tempo, me fazer crer estar nas nuvens…

Gostaria de alguém que não se entregasse às acomodações que o tempo costuma trazer

E que despertasse, cotidianamente, o melhor que há em mim.

Queria, acima de tudo, um amor que despertasse em mim a vontade de ser assim, bem desta forma, para ele também…

DESAPEGA, VAI!

06/09/2020 às 12h02

Muitas vezes, cegados por nossos egos inflados, não percebemos que podemos estar VICIADOS EM SOFRIMENTO. Que a nossa vida não vai para frente por não permitirmos. Estranhamos a simplicidade, o bem-estar e a prosperidade. Desapegar, pois, é preciso!

Possivelmente um dos maiores desafios do homem moderno seja desapegar-se. Nos fizeram acreditar que se apegar – ao máximo possível! – É necessário, é o mais seguro, é o normal.

Então, “naturalmente” nos apegamos à opinião/aprovação alheia, e acabamos por viver sem conhecer a nossa própria verdade. Apegamo-nos demais aos nossos parceiros, e esquecemos de alimentar o amor próprio. Apegamo-nos à aparência, e deixamos de lado o desenvolvimento do nosso “conteúdo”. Apegamo-nos excessivamente ao dinheiro, olvidando que as coisas mais importantes não podem ser compradas. Apegamo-nos aos status para somente depois – muitas vezes tarde demais – nos darmos conta de que, na verdade, o que vale mesmo é a nossa realização.

Mas, certamente, o apego com potencial para ser o mais desastroso de todos é ao SOFRIMENTO. Podemos levar uma vida inteira para perceber que, se não prosperamos, não evoluímos e não nos realizamos como gostaríamos, foi porque estávamos ancorados no sofrimento.

Podemos até ter dado passos importantes para frente – ao melhor estilo “agora, vai”! –, mas sempre acabávamos voltando para trás, pois nossa vida ficava vazia sem sofrimento algum. Era estranho, não nos reconhecíamos. Não sabíamos viver sem esse sentimento, por mais absurdo que isso possa parecer…

Quando o EGO toma as rédeas da nossa vida, ele pode tornar o sofrimento um vício, não permitindo que vejamos muito além do nosso mundinho infeliz. Ele, então, nos aprisiona em ressentimentos, em desejos sem fim e na necessidade de pleno controle. O caminho certo nos parece ser o mais difícil, por não aceitarmos que o nosso sofrimento seja tão insignificante (e efêmero).

A SIMPLICIDADE, então, surge trazendo a libertação do nosso ser. Desapegar do sofrimento pode traduzir a nossa CURA, de modo global.

De que forma, então, se desapega?

Simplesmente SOLTANDO. Deixando ir. Abandonando, um a um, os sentimentos e os padrões de comportamento que levam ao sofrimento. É claro que, como certamente eles nos acompanham há anos, será necessário permanecer atento. Depois de soltar, precisamos, por um tempo, ser disciplinados e fazer forte vigília para eles não voltarem, o que é muito fácil de acontecer, afinal, já se sentem em casa e, nós, com eles familiarizados.

Devemos nos apegar, pois, apenas à nossa LIBERDADE. Livres de amarras, vícios e padrões, daremos espaço para o bem-estar, para o amor e para a prosperidade, tão inerentes a nós, por mais incrível que pareça…

Desapega, vai!

Mas desapega mesmo!

E desapega para sempre!

CHEGA DE PERFEIÇÃO, POR FAVOR!

30/07/2020 às 15h24

É muito desgastante física, psíquica e emocionalmente viver tentando controlar tudo, viver trabalhando para que tudo seja perfeito. E é uma tarefa ingrata, porque não há chances de êxito. E isso tudo acaba com a gente. Chega de perfeição, por favor!

É claro que o mundo é muito melhor se for todo perfeito. É claro que a vida é melhor se for toda redondinha: as pessoas fazendo tudo o que achamos o ideal, cumprindo direitinho as suas tarefas, no tempo certo, com capricho.

Está bem, mas as coisas não são assim. E nunca serão. Pode ser um choque de realidade, mas, se você parar para pensar, NUNCA as coisas serão perfeitas. Nunca estarão todas completamente encaixadas no SEU conceito de perfeição. Então, de que vale tanto esforço para que elas sejam? Por mais que você se esforce, não alcançará esse objetivo. É uma batalha perdida, meu caro, sinto informar. Talvez seja melhor parar de combatê-la.

É muito desgastante física, psíquica e emocionalmente viver tentando controlar tudo, viver trabalhando para que tudo seja perfeito. E é uma tarefa ingrata, porque não há chances de êxito. E isso tudo acaba com a gente.

Pode ser meio decepcionante você se dar conta disso, a princípio, mas é essencial. Ainda que se passado uma vida correndo atrás desse objetivo, antes tarde do que nunca parar com essa loucura. Parar de querer que tudo seja “o melhor possível”. Parar de querer manter o controle. Parar…

Talvez não nos demos conta, mas, sendo perfeccionistas, podemos ter nos tornado pessoas chatas, exigentes, teimosas, ranzinzas, apáticas, desagradáveis e/ou desinteressantes, possivelmente até para nós mesmos.

Então, cabe-nos questionar: para que serve o nosso perfeccionismo mesmo? O que buscamos com ele? Felicidade?

Talvez os nossos valores estejam precisando de ajustes, pois objetivos e resultados podem não estar correspondendo.

É garantido: leveza e despreocupação trazem muito mais alegria e realização para nossa vida! Largar-se um pouco ao acaso, impedir que contratempos nos tirem do sério e deixar as pessoas serem mais como são pode gerar uma mudança radical, e para melhor, na nossa existência.

Tudo bem se os outros não quiserem ouvir suas preciosas dicas e mudar. Tudo bem se o trabalho, no momento, não for o ideal nos mais diversos aspectos. Tudo bem se o seu parceiro não for o dos sonhos. Tudo bem se os seus amigos se voltaram para as suas questões e não tenham mais tempo para você. Tudo bem se você não for a melhor mãe/o melhor pai do universo. E também tudo bem se os seus filhos não forem os mais educados, inteligentes e desenvolvidos. Tudo bem que os seus pais tenham as limitações deles e queiram fazer tudo do seu jeito. Tudo bem que você não dê o seu máximo todos os dias, em todos os âmbitos da sua vida. Tudo bem se não ficar esgotado quando o dia acabar, se tirar um tempo para fazer nada.

Está tudo certo do jeito que está, com todas as “imperfeições”. A vida será sempre cheia de nuances e possibilidades. Não há como controlá-la. Nem vale a pena pirar por isso.

Chega de sufoco, chega de angústia, chega de tanta seriedade. Esta vida é uma só. O quanto antes, temos que nos dar conta de que a curtir é fundamental. Que sair da curva, às vezes, é essencial. Que “largar de mão”, vez ou outra, é necessário. Que um “dane-se”, invariavelmente, é vital.

Pois viver tem que ser divertido também!

DESISTA DE SER O SALVADOR DOS OUTROS. PRECISAMOS SALVAR A NÓS MESMOS, É EXATAMENTE ASSIM

14/07/2020 às 09h04

Estamos aqui, neste momento, vivendo esta vida, com o propósito de salvar a nós mesmos. Cada um por si, exatamente assim, por mais egoísta que possa parecer.

Sabe, muitas vezes vivemos a vida na ilusão de que conseguiremos salvar os outros, de que temos a necessidade salvar os outros, de que eles precisam de nós, do nosso apoio, da nossa orientação, da nossa salvação.

Principalmente os nossos pais: pensamos que sabemos o que é melhor para eles, acreditamos perceber exatamente onde estão errados, o que deveriam fazer de diferente para viver melhor, para se curar, para sobreviverem.

Às vezes, não deixamos nossos parceiros em paz: queremos que se desenvolvam, que se interessem pelas mesmas coisas que nós, que evoluam, que aprendam, que se conectem.

Outras vezes, importunamos nossos irmãos ou amigos com orientações e teorias das quais acreditamos que precisem, damos-lhes puxões de orelha, tentamos colocá-los no prumo, sacudir para a vida.

Pior ainda quando nos indignamos por acreditarmos saber o que seria melhor para a sociedade, para o nosso país, para todo mundo.

E, ao tentar “salvar a humanidade”, nós nos achamos bonzinhos, benfeitores, amáveis, aqueles que merecem “o céu”. Não nos damos conta de que, no meio dessa história toda, esquecemos do mais importante: nós mesmos.

Estamos aqui, neste momento, vivendo esta vida, com o propósito de salvar a nós mesmos. Cada um por si, exatamente assim, por mais egoísta que possa parecer.

A nossa maior responsabilidade é conosco, e podemos assumir as maiores e mais elaboradas missões com os outros e com o mundo para fugir disso.

Ao olharmos para fora, não precisamos olhar para dentro.

Ao repararmos nas sombras dos outros, não precisamos ver as nossas.

Ao nos indignarmos com as coisas alheias, não enxergamos nossas próprias limitações e a nossa própria involução.

Não nos damos conta de que é uma tremenda falta de respeito tentar “salvar” os outros, achar que sabemos o que é melhor para eles, interferir em suas vidas, ditar regras, chamar a atenção, apontar o dedo.

Não consideramos suas histórias, seus sistemas, tudo o que está envolvido e que, nem que quisermos, não temos como saber a fundo. Muitas vezes, nem eles próprios sabem.

Tiramos-lhes a oportunidade de descobrirem o mundo ao seu modo, de se autoconhecerem, de evoluírem.

Uma das premissas fundamentais das Constelações Familiares é se colocar no seu lugar.

Nós nos emaranhamos e nos angustiamos, não nos resolvemos, não ficamos bem, muitas vezes, por não estarmos no nosso lugar, tão somente.

É tão simples, mas ao mesmo tempo tão difícil ocupar apenas no nosso lugar, mas é nele, apenas, que conseguiremos crescer e ser felizes.

E AÍ, VOCÊ ACREDITA?

30/06/2020 às 10h09

Você realmente acredita, do fundo do seu coração, que não existe impossível, que milagres acontecem, que a magia é real? Já parou para olhar ao redor?!

Sabe aquele sonho que os outros consideram impossível de se realizar?

Sabe aquele desejo por algo mais, por algo maior, que habita os recônditos mais profundos do seu ser?

Sabe aquela vontade, imensa, de que as coisas se acertem e tudo, finalmente, comece a fluir tal como previsto no seu íntimo script?

Sabe aquela ânsia para que comece a dar certo para todos, que o planeta mude completamente a rota e o universo conspire a favor da prosperidade e da abundância geral?

E aí, você acredita que possa dar certo?!

Você, de fato, já se fez essa pergunta?

Sim, porque não adianta ter tudo isso guardado dentro de si se não investir, periodicamente, uma esperança, uma energia, um amor para que possa se materializar.

E se quem comanda essa coisa toda está esperando você tomar uma posição firme para te recompensar?

Você se acha merecedor? Se sim, porque acredita que possa haver alguma coisa impossível? E é impossível para quem? Praqueles sem rumo, sem fé, sem perspectiva nenhuma na vida? E o que você tem a ver com eles?!

Os milagres estão aí, todos os dias temos algum para contemplar, é só olhar ao redor!

E sabe por que eles aconteceram para aquelas pessoas? Porque elas acreditaram! Elas fecharam os ouvidos para qualquer coisa que não fosse positiva! Elas fizeram por merecer!

E, então, você é uma pessoa de fé? Daquelas que não titubeia, que a coisa pode parecer piorar, que tudo pode aparentar ir para trás, mas não esmorece, pois sabe que vai chegar a hora em que tudo vai DAR CERTO!

Se ainda não aconteceu, tem um motivo! Acalme-se!

E se aconteceu diferente do que você esperava, vai fazer sentido, não tenha dúvida! Agora ou logo ali na frente…

Sabemos tão pouco das coisas, fazemos parte de um plano muito maior, temos que confiar!

A MAGIA está aí, corre solta pelos nossos dias atarefados, nossos trabalhos atrasados, nossas dores de cabeça, nossos pesares com o passado e ansiedades com o futuro…. Nós apenas não prestamos atenção!

Se pararmos um minuto que seja, diariamente, para olhar ao redor, para olhar para o céu, para olhar para si, veremos que tudo é mágico, que tudo é divino, que TUDO É POSSÍVEL!

A vida, por si só, é algo misteriosamente fascinante e inexplicável!

E por que você, tendo essa oportunidade, vai questionar a possibilidade do que quer que seja?!

Apenas pare, respire, enxergue. E sinta.

Definitivamente, creia!

Sem angústias, sem questionamentos, sem necessidade de explicações, de lógicas, de probabilidades, de ansiedade…

Está na cara, é fato, é POSSÍVEL!

Eu acredito! E você?!

VOCÊ PRECISA SABER QUEM SÃO AS CRIANÇAS CRISTAL

14/06/2020 às 11h27

Uma onda de seres com a energia/frequência cristal tem encarnado no nosso planeta nos últimos anos, com a missão de desconstituir formas velhas e limitadas de pensar e transformar a energia do planeta. É importante, pois, expandirmos nossa consciência para que possamos os reconhecer, os proteger e os auxiliar.

Conforme os iluminados esclarecimentos de Ingrid Cañete na obra “Crianças Cristal – a transformação do ser humano”, é imprescindível que saibamos o que representa essa grande onda de pessoas que tem encarnado no nosso planeta com a frequência e energia cristal, notadamente a partir do ano 2000, para que possamos compreender, estimular e evoluir com estes seres de luz, que possuem uma grandiosa missão.

Segundo a autora, esses “novos seres humanos” são altamente evoluídos e exigem que “ampliemos nosso olhar, integrando a dimensão espiritual”, expandindo nossa mente e tomando o caminho da consciência para que possamos reconhecê-los, confirmá-los e auxiliá-los na sua muitas vezes difícil adaptação à vida terrena, para, assim, cumprirmos, todos, nosso propósito divino nesse planeta. Ingrid chega a afirmar, sem hesitação, que “aprender com esses seres especiais representa a nossa salvação; sem exageros! ”.

As diferenças físicas e psicológicas das crianças de agora com as nascidas há 20 anos são evidentes, e isso se deve a um plano evolutivo superior para humanidade, que refoge às nossas vontades pessoais.

As crianças cristal serão nossos líderes e governantes no futuro, e possuem como meta desconstituir formas velhas e limitadas de pensar, transformando a energia do planeta para uma forma mais sutil.

Tais seres são regidos pelo coração, pacificadores natos, carinhosos, perdoam com facilidade, são empáticos, muito musicais, sábios, socialmente conscientes e cientes do seu propósito de vida, desde pequenos.

Podem conversar com anjos e guias espirituais e trazer memórias de vidas passadas, além de ter habilidade para a cura. Harmonizam os ambientes onde se encontram. Possuem, frequentemente, olhos grandes e magnetizadores, sendo que gostam de observar as pessoas por longos períodos, parecendo que “leem” a sua alma. Possuem notáveis dons artísticos, que usam como forma de expressão. São especialistas em testar os nossos limites psíquicos e buscam liderar por meio de exemplos de ações.

Preferem alimentos naturais e podem apresentar alergias alimentares, respiratórias e de pele, bem como ter o corpo físico delgado e frágil, demonstrando sua dificuldade e sofrimento na vivência terrena, muitas vezes demonstrando vontade de “ir embora” – ou seja, voltar ao lar espiritual.

Outrossim, possuem forte conexão com a natureza e um ótimo sentido de equilíbrio, além de serem altamente espiritualizados. Muitas vezes telepáticos, podem começar a falar tardiamente, por terem outras formas de comunicação. Podem ser diagnosticados, equivocadamente, como autistas, portadores de Síndrome de Asperger e, até mesmo, com Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), com a perigosa medicalização desnecessária.

Alguns não gostam de ir à escola, pois a sentem entediante, ressaltando a premente necessidade de mudança na estrutura tradicional de ensino. Podem, ademais, causar desconfortos aos educadores em razão de os desafiarem a observar as suas necessidades e características.

As crianças cristal são altamente sensíveis, possuem uma postura contrária à violência, não conhecem o medo e não se dobram facilmente. São avessas a ordens e o que muitas vezes entendemos como birras ou teimosias são apenas “reação de um ser de luz pacífico que, diante de atitudes desequilibradas, falsas e carregadas de energia de baixa frequência, como insegurança, raiva e medo, só pode responder desse jeito: ficam firmes até que os mais velhos encontrem o próprio equilíbrio e demonstrem mais sabedoria do que isso! O que, muitas vezes, não acontece”!

Tais seres nos desafiam à transformação de paradigmas, podendo gerar, como em qualquer mudança, dificuldades e sofrimentos. Todavia, eles também despertam capacidades e dons latentes dos pais, inclusive habilidades psíquicas.

Essas crianças são muitas sábias e têm muitos a nos ensinar, mas, em contrapartida, precisam que as ajudemos a aprender a viver nesse planeta tridimensional, com energias densas que as afetam e as confundem. Como proceder, então?

Segundo a autora, primeiramente os pais precisam buscar o autoconhecimento e o desenvolvimento da sua autoestima para evitar projetar seus medos, culpas e inseguranças nas crianças, bem como para facilitar sua integração ao mundo infantil. Além disso, é imprescindível que se dediquem a conhecer continuamente seu filho (que “é prioridade número um e a missão mais sagrada de sua vida”), buscando amplas informações sobre essas “novas gerações”.

É recomendado, também, basear-se sempre na verdade (ser efetivamente honesto) para conquistar a confiança do pequeno, além de negociar e dialogar, evitando guerras de poder. A imposição de limites, outrossim, deve dar-se da forma mais AMOROSA possível (“técnicas educativas sempre centradas no coração”). É fundamental, ademais, dispor de um ambiente afetuoso e aprender a ouvir a verdade da criança, com efetivo respeito, além da mente e do coração abertos.

Sugere-se acionar os anjos e guias espirituais dos pequenos, especialmente nas horas em que estão inquietos. Meditar e rezar com eles rotineiramente. Liberá-los para correr em razão da sua energia (que é alta e de qualidade, mas, se não canalizada adequadamente, pode deixar a criança agitada e/ou ansiosa). Crianças cristal ficam mais estáveis se possuem rotinas para as atividades diárias, pois se sentem mais seguras. Também é importante procurar meios para assegurar a manutenção de uma energia positiva, inclusive com visualizações, aplicações de Reik e utilizações de cristais (pedras).

O mais importante, afinal, é amar muito a criança cristal, com ela sorrir, dançar, rir e brincar. Dedicar nosso seu tempo a ela, estar com ela por inteiro.

Precisamos, pois, despertar para essa nova realidade e para a responsabilidade de adquirirmos conhecimento e mudarmos padrões para compreendermos, protegermos e conduzirmos da melhor forma possível esses seres de luz que são verdadeiras dádivas em nossas vidas e no futuro do nosso planeta!

JÁ PAROU PARA PENSAR QUAL É A SUA RESPONSABILIDADE NO CAOS EMOCIONAL EM QUE VOCÊ SE ENCONTRA?

03/06/2020 às 10h48

Você está frustrado. As pessoas não te valorizam. Não reconhecem tudo o que você faz, a importância da sua dedicação, a falta que você faria se parasse agora, se jogasse tudo para o alto.

Você está frustrado. As pessoas não te valorizam. Não reconhecem tudo o que você faz, a importância da sua dedicação, a falta que você faria se parasse agora, se jogasse tudo para o alto.

Você está cansado. Afinal, é maçante carregar o mundo nas costas. E, além de tudo, você ainda se preocupa com os problemas do mundo, com ajudar os desconhecidos, com desempenhar a sua missão de vida, com se tornar uma pessoa melhor, com se desenvolver espiritualmente. Ufa! Na verdade, ainda tem várias coisas numa “lista de espera”…

Além disso, percebe que os seus colaboradores não dão o seu melhor. Mesmo que você cobre, mesmo que fale com jeitinho, mesmo que rode a baiana, eles seguem o ritmo deles, não estão muito importados com a coisa não. E isso te desafia. Profundamente. E diariamente.

Você, sim, se importa em fazer o melhor possível. O mais perfeito possível. Para o maior número de pessoas possível. O tempo inteiro.

E, entre cansaços, quedas e retomadas, percebe que algo pode ter ficado para trás. Algo bem importante. Você.

E essa percepção pode vir de uma forma sutil, mas, muitas vezes, vem na forma de um alerta vermelho piscante: uma doença. Física e/ou mentalmente, o corpo começa a gritar: SOCORRO! Ainda existe alguém aqui?!

E então você para pensar e vê que, na verdade, o alerta já veio antes, várias, vezes, suave e bonitinho, mas você fez que conta que não viu. Ou deixou para depois, “quando sobrasse um tempo”.

E agora a vida faz você arrumar tempo “na marra”. Psiu – diz ela – está na hora de parar e olhar para si! Já não dá mais para empurrar com a barriga, não! Viver não é isso que você está fazendo, não é só isso…. É muito mais…

Viver é sentir! É se sentir! Se olhar, se resguardar, se cultivar, se amar!

No fundo, viver é uma atitude MAIS PARA DENTRO DO QUE PARA FORA…. Bem diferente do que você estava fazendo até agora. Não é para os outros, é para si. Não importa como eles fazem, como eles reagem, o que eles pensam. É como você lida com isso, como você lida com tudo.

Então, se está um caos aí dentro, a culpa, ao fim e ao cabo, é sua…. Não vá esperar que os outros venham e ponham ordem na sua casa emocional. Até porque só você tem acesso, mesmo que eles quisessem. Aí, nesse lugarzinho tão especial, só você pode entrar…

E antes tarde do que nunca pôr fim a essa bagunça toda. Ainda que, a princípio, levante mais poeira e pareça que só está piorando…

Crie coragem, entre, abra as janelas, deixe a luz penetrar, nem que seja só um filete no começo, já vai dar para enxergar melhor. Bata os tapetes, erga os móveis, deixe passar um ar, afaste os fantasmas – ou se torne amigo de todos eles!

Vai tomar um tempinho, vai, vai dar um trabalho, sim, mas afinal, enquanto ainda há vida pulsando nas suas veias, enquanto mais uma chance lhe for dada, o melhor a se fazer é pôr as mãos na obra. Na obra prima que é você!

Se colocar em primeiro lugar, ao menos uma vez, ao menos agora. Deixar de lado as “materialidades” e “praticidades” da vida e olhar para as “questões da alma”.

Sempre há uma chance, sempre há uma saída, quando se tem vontade de viver e quando se encara o que surgir com o coração aberto. Afinal, se a existência em si já é um tremendo milagre, vamos duvidar do quê?!

E resto todo, como fica? Bom, lhe garanto que o mundo vai continuar girando, e girando, e girando, esteja você aqui ou não.

EU ESTOU DISPOSTA…

23/05/2020 às 19h30
Eu estou disposta, Senhor

Estou aberta para receber tudo o que o Senhor tem para mim

Me entrego completamente em suas mãos,

Para passar pelo que tenho que passar

Aprender o que tenho para aprender

Sentir profundamente tudo o que tenho que sentir

Me libertar de tudo o que está travando o meu caminho

E viver tudo o que tenho que viver

Chega de resistências, ó Pai

Eu permito que a sua vontade seja feita em mim

Sem condicionamentos

Sem medo, sem angústias, sem ansiedade

Eu me abro completamente

Física, mental, emocional e espiritualmente

Plenamente confiante nos Vossos desígnios

Entrego ao Senhor todo o fardo que não consigo mais carregar

Todas as resistências que estão me fazendo tão mal

Não quero mais nada disso

De todo o meu coração

Venha, Senhor

E faça vossas maravilhas em mim

Sou toda Amor e toda Fé

Derrube, por favor, qualquer entrave que possa ter sobrado

E traga toda a sua Luz para o meu Ser

Gratidão!

Foto de VisionPic .net de Pexels

SEUS PAIS SÃO SEU ESPELHO PARA MELHORAR SUA VIDA EM TODOS OS ASPECTOS.

24/04/2020 às 11h00

Somos constituídos pelos nossos pais e, para encontrá-los, basta nos olharmos no espelho: eles estão presentes em cada célula nossa.

As Constelações Familiares são uma nova abordagem terapêutica, trazida pelo alemão Bert Hellinger, que trata do “sistêmico”, ou seja, considera todos os indivíduos não como seres isolados, mas pertencentes a sistemas, dentre os quais o sistema familiar, que exerce grande influência em todas as questões da vida das pessoas: modo de ser, destino, doenças, relacionamentos, profissão, etc.

As Constelações falam da conexão inconsciente das pessoas com seus ancestrais – ainda que remotos e desconhecidos – e das dinâmicas ocultas que existem nas famílias, buscando dissolver padrões negativos – tais como conflitos – que, de alguma forma, impedem o fluxo livre de amor entre os membros de um sistema familiar.

Nesse contexto, as Constelações trazem como fundamental cuidarmos da nossa postura diante do nosso pai e da nossa mãe, o que pode refletir nos mais variados aspectos da nossa existência, tornando-nos mais aptos para a vida, diminuindo as nossas dificuldades.

Segundo tal abordagem, os nossos pais biológicos são de suma importância na nossa vida, pois estão presentes no nosso DNA, ainda que não os tenhamos conhecido, ainda que nem saibamos quem sejam, ainda que não tenhamos convivido com eles ou, até mesmo, que essa convivência não tenha sido boa pelos mais diversos motivos. Somos constituídos pelos nossos pais e, para encontrá-los, basta nos olharmos no espelho: eles estão presentes em cada célula nossa.

Segundo as Constelações, uma das leis que regulam as relações humanas – chamadas de “ordens do amor” – é a lei do PERTENCIMENTO, a qual dispõe que pertencer ao seu sistema familiar é uma necessidade básica das pessoas, sendo esse vínculo o desejo mais profundo de todos, ainda que não consciente. Portanto, estarmos em harmonia, internamente, com os nossos pais, é de suma importância.

Segundo Bert, o simples fato de os nossos pais terem nos dado a vida já é motivo suficiente para que sejamos imensamente gratos.

A vida que nos foi dada é algo tão precioso que, ainda que depois eles tenham falhado em algum aspecto, ou tenham sido omissos com as nossas necessidades, esses fatos nunca serão maiores do que o fato de nos terem permitido nascer.

Todos viemos ao mundo através de um homem e uma mulher e somente com essas pessoas a nossa vida foi possível, pois se fosse outro pai, ou outra mãe, seria também outro filho.

Hellinger salienta que precisamos tomar os nossos pais sem ressalvas, olhando para as pessoas reais – e falhas – que são e perceber a grandeza da sua missão de pai e de mãe, da forma como foi. Ele ressalta que devemos percebê-los como pessoas comuns que disseram SIM à nossa vida, trazendo-nos ao mundo, independentemente da forma como isso tenha ocorrido.

O fato de estarmos vivos já é o suficiente para que tenhamos condições de irmos, por nós mesmos, atrás do que precisamos. Logo, não devemos ficar na postura de cobrança em relação aos nossos pais, desejando que eles tivessem agido diferentemente ou lhes exigindo o que quer que seja, pois estamos aqui e podemos buscar por nós mesmos.

Nessa perspectiva, a nossa postura deve ser a de permanente e incondicional gratidão pela oportunidade de viver, sendo que o caminho da aceitação dos nossos pais é o que nos libera para uma vida mais leve e abençoada.

Outra questão fundamental que Bert traz é nos colocarmos, sempre, como pequenos diante dos nossos pais. Independentemente da idade que tivermos, eles serão os grandes e nós os pequenos. Eles vieram antes de nós, e isso está ligado a outra “ordem do amor”: a HIERARQUIA, segundo a qual quem chegou primeiro em um sistema tem precedência sobre quem entrou depois, sendo o posicionamento dos membros do grupo ordenados pelo quesito “tempo”.

Então, a não ser no caso de pais realmente incapazes por doenças ou afins, devemos permanecer na postura de filhos, de pequenos, dos que vieram depois, e respeitarmos as suas escolhas, deixando que eles dirijam suas próprias vidas. Ainda que acreditemos que seria melhor para eles fazerem isso ou aquilo, que fossem mais assim ou assado, não devemos interferir, pois isso, definitivamente, não nos cabe. Devemos, pois, permanecer constantemente no nosso lugar, sem tentarmos ser os “maiores”, os que sabem mais ou os que conduzem.

Para nos harmonizarmos nos mais diversos aspectos da nossa vida, segundo as Constelações Familiares, precisamos ser verdadeira e incondicionalmente gratos pela vida, colocando-nos em nosso lugar de pequenos perante os nossos pais, e largar a postura de cobrança pelo que quer que seja, ou a postura de quem sabe o que é melhor para eles, tentando resolver as suas questões ou conduzir a sua vida.

Uma boa maneira de nos conectarmos com essa abordagem é fazermos a seguinte vivência: num lugar tranquilo, sentarmos com a coluna ereta, fecharmos os olhos e nos imaginarmos diante dos nossos pais, com o genitor à direita da genitora. Fazemos, então, uma reverência a eles, nos curvando à sua frente, e agradecemos pela vida, dizendo-lhes, mentalmente, algo como: “A vida veio a mim ao preço total que custou a vocês, e eu a aceito com tudo o que veio com ela, com todas as limitações e oportunidades. Vocês me deram o suficiente e eu aceito com gratidão e amor, sendo que cuidarei do resto. Agora, os deixo em paz”.

Importante destacar que essa mudança de postura independe de os pais estarem vivos, pois trata-se de uma mudança interna. Sempre é tempo, pois, de tomarmos a vida em toda a sua plenitude e sermos mais leves e felizes!

NÃO PODEMOS NOS TORNAR ADULTOS DEMAIS

20/04/2020 às 09h04

Não, nós não podemos nos tornar adultos demais;

Não podemos abafar a nossa essência, que é a pureza de coração;

Precisamos nos lembrar, sempre, da nossa criança;

Ela ainda vive em nosso interior, basta olharmos para dentro;

E reavivar a espontaneidade, a ingenuidade e a leveza que ela nos trás;

Se formos puramente adultos, não seremos felizes;

Se nos tornarmos tão somente pessoas responsáveis, corretas e sérias;

Sufocaremos a alegria de viver;

E a coisa toda não terá mais graça alguma.

Não podemos, definitivamente, ficar restritos aos “valores do mundo”;

Precisamos dar espaço, também, aos “valores da alma”;

Que estão intimamente ligados à nossa criança;

Pura, saudável, brincalhona;

E, sobretudo, confiante no processo da vida;

Ela não se preocupa com o que aconteceu;

Nem com o que está por vir;

Ela não fica pensando no que falta, nos perigos e nas mazelas do mundo;

Nem com o que os outros vão pensar;

Ela só quer aproveitar o momento ao máximo;

E realmente se divertir.

Já os adultos que esqueceram da sua criança são muito chatos;

Sem graça, metódicos, temerosos, materialistas e, muitas vezes, maliciosos;

Vivem correndo atrás de convenções sociais e culturais;

Que nem sequer entendem, ou questionam;

Eles não têm tempo para curtir e para saborear a vida;

Para sobrevivermos dignamente nesse mundão de Deus;

Precisamos manter, minimamente que seja, a expressão natural dos sentimentos;

A comunicação espontânea, a livre manifestação;

Precisamos, periodicamente, faxina o nosso coração;

Esvaziá-lo de todos os lixos emocionais acumulados;

Mandar embora as mágoas, as frustrações, as tristezas, as “adultices”;

Para sobrar lugar para a simplicidade,

Para podemos voltar a brincar;

E para termos uma emoção saudável, autêntica e leve;

Deixando a nossa alma se manifestar;

Em toda a sua grandeza;

Em toda a sua pureza;

E em toda a sua luz!

O QUE VOCÊ FEZ HOJE PARA ALEGRAR O SEU CORAÇÃO?

13/04/2020 às 13h35

Lembra quando você era criança, que andava saltitando de um lado para o outro, leve, alegre, inocente, despreocupado, “de boas” com a vida?

Definitivamente não se importava com o que o presidente do país andava fazendo, em como ia a economia, se o tempo estava muito quente ou muito frio, se alguém tinha te olhado torto, se não ia dar conta das suas tarefas, no que ia fazer no final de semana (e nas próximas férias), se estava um pouco acima do peso, se a violência estava crescendo, se o dinheiro ia aguentar até o final do mês…

Claro que essas coisas lhe atingiam – direta ou indiretamente -, mas você simplesmente não dava bola. Não ficava pensando. Não estava nem aí. Não se angustiava com o que estava por vir, com as possibilidades desanimadoras, com o futuro. Nem com o passado.

Simplesmente era. Vivia o momento presente.

No fundo, sabia, intuitivamente, que se preocupar com o que quer que fosse não ia fazer diferença. Então, vivia. E curtia. E se divertia. E o seu coração saltitava dentro do peito. Era feliz. Você o alimentava o tempo inteiro.

Claro que agora, adulto e tal, você não pode ficar tão “nem aí” assim. Mas pode ficar muito mais “nem aí” do que está acostumado. Você pode largar de mão muitas coisas. Você necessita alimentar o seu coração.

E, sabendo que alimentar o coração o tempo inteiro, nessa vida de gente grande, é um tanto complicado, sugiro o alimentar com uma coisinha ao dia. Pode ser das mais simples, mas não pode falhar: comer um doce que ama, ouvir uma música gostosa, olhar fotos antigas, andar num brinquedo num parque, abraçar seu velho ursinho de pelúcia, deitar no colo da sua mãe, escrever um poema, conversar com uma criança, lamber a forma de um bolo, assistir a um desenho animado, dançar sozinho em cima da cama, olhar no espelho e rir da sua própria carranca, pular na piscina, chupar uma manga, ler uma história, olhar para o céu e ficar viajando com as nuvens ou admirando as estrelas, falar com um amigo que faz tempo que não vê, ou colocar as mãos sobrepostas sobre o peito, fechar os olhos e ficar sentindo, só sentindo o que se passa…

Vou lhe contar um segredo: se o seu coração não for alimentado com periódicas doses de alegria, ele vai murchando, murchando, até ficar atrofiado. E daí amigo, a vida fica complicada demais. Fica cinza demais. Fica difícil tocar adiante…

Melhor fazer uns mimos para ele vez ou outra.

Você vai ficar muito, mas muito melhor, te garanto.

Porque ser sério demais é loucura, é perigo, é abismo à frente.

Ligue o alerta sempre que a diversão estiver muito longe da sua vida.

Alguma coisa se perdeu pelo caminho…

Inicie, imediatamente, um intensivão para se resgatar.

Pode não parecer, mas “vida” rima com “alegria”, com “leveza” e com “amor”!