Revista Statto

RAÇAS DE CACHORROS EXTREMAMENTE PARECIDAS

12/04/2020 às 10h49

Não é segredo para ninguém que os cães são os melhores amigos do homem a séculos. São fofos, divertidos e preenchem o vazio na vida de muitas pessoas. Existem várias raças de cães, cada uma com suas peculiaridades, mas algumas dessas são tão parecidas que somente quem tem o olho treinado consegue diferenciá-las. Será que você consegue?

Buldogue Francês VS Boston Terrier

Essas duas fofuras são um dos exemplos clássicos de cães parecidos. No lado esquerdo temos o Boston Terrier, um cão atlético, inteligente e dócil, possui porte pequeno/médio e atinge cerca de 7KG. Os Boston Terriers costumam se adaptar a qualquer ambiente com facilidade, entretanto o dono vai ter de se acostumar com roncos, baba e muitas flatulências.  A história dos Boston remonta a 1890 nos Estados Unidos, eram usados como cães de briga na década de 1920, atualmente são os cachorros mais populares na cidade de Boston. No lado direito temos o Buldogue Francês. Cachorro dócil compartilha de muitas características com os Boston Terriers. Possui origem também por volta de 1890 na Inglaterra para fins de caça, porém popularizou-se na França. Para diferenciar os dois basta dar uma olhada. Os Buldogues Franceses são mais gordinhos e temperamentais.

Husky Siberiano VS Malamute do Alasca

 Essas duas raças são simplesmente lindas e parecidas, sonho de consumo de muita gente. À esquerda temos o Husky Siberiano, cachorro incrivelmente amigável criado para o serviço. São cachorros grandes e ativos, não gostam de ficar parados. É uma das raças mais inteligentes. A origem dos Huskys é na antiga Sibéria, durante a pré-história, eram usados para puxar trenós pelos indígenas locais. Os Malamutes do Alasca, direita, são a versão 2.0 dos Huskys, são maiores, mais fortes, inteligentes e dóceis. Sua origem também data na pré-história como puxador de trenós. Pesquisadores acreditam que os Malamutes são descendentes diretos de Huskys trazidos pelos povos indígenas da Rússia para o Alasca a milhares de anos.

Galgo Italiano VS Whippet

Os Galgos Italianos, direita, são animais incrivelmente dóceis e frágeis. Possuem uma semelhança incrível com os Whippets. Sua origem remonta a 500 a.C., eram usados como cães de companhia, depois como cães de corrida. Chegam a pesar no máximo míseros 6kg. Outro cão usado em corridas é o Whippet, de origem egípcia é comumente confundido com os Galgos Italianos.

Shih-Tzu VS Lhasa Apso

Essas duas raças são muito populares como cães de estimação, diga-se de passagem, uma casa em cada dez terá um desses no Brasil. À esquerda temos o Lhasa, cão temperamental e protetor com origens no Tibete. À direita temos o Shih-Tzu, com origens também no Tibete. São praticamente idênticos, mas os Lhasas costumam serem menores que os Shih-Tzus.

Boiadero Bernês VS Boiadero Suíço

Por fim temos dois cães muito belos e parecidos. Ambos de origem suíça. Criados para trabalhos manuais nas fazendas, como pastoreio e puxar carroças. A única diferença entre os dois animais é o tamanho. O Suíço, direita, é maior do que seu compatriota Bernês, esquerda.

INDAGAÇÃO

30/03/2020 às 15h57

Emoção uma palavra sólida,

Evasão uma palavra sortida,

Ereção destoante palavra suprimida,

Equação, linha racional seguida.

Esquadrão, com um suicida,

Ermitão, da palavra sabida,

Emulsão da massa solvida,

Eleição democrática e sacudida.

Pavão de beleza tímida,

Pagão para ser trazida,

Pasmarão a dor transmitida

Sótão para dor escondida,

Salão da agonia embebida,

Sonharão novamente, ó dor esquecida, que transcende a métrica do soneto entendida.

A HISTÓRIA DO PÃO FRANCÊS

25/03/2020 às 17h51

O pão é uma das iguarias mais antigas da história da humanidade, precedeu à criação e queda de grandes impérios, alguns acreditam em teorias da conspiração que envolve alienígenas em seu surgimento, mas o fato é que cada país possui a sua própria maneira de produzir o alimento que o torna único e reconhecido. Neste momento o caro leitor deve estar indagando-se: “Mas se cada país possui sua própria maneira de produzir o alimento então o Brasil é apenas um plagiador dos franceses e não tem nada de original para orgulha-se”? De certa forma sim, plagiamos os franceses, entretanto foi um plágio diferente e criativo.

O surgimento do pão francês remonta a segunda república, meados de 1935. Em oposição ao pensamento popular é brasileiro e não se assemelha a nenhum pão oriundo da França.

A década de 30 foi marcada pelo constante medo pós-guerra, os boatos corriam soltos e as pessoas não conseguiam alegrar-se como servos do puritanismo velado europeu, contudo o cenário era bem diferente no Brasil, a economia ia bem para os aristocratas paulistas e os grandes fazendeiros mineiros lucravam baldes de dinheiro. Como a situação era favorável aos ricos eles esbanjavam em luxuosas viagens a Europa.

Os principais pontos turísticos europeus na época eram Londres e Paris, mas desde o século anterior, no império, os brasileiros possuíam uma enorme rixa com os ingleses devido à questão Christie e preferiam gastar suas fortunas no maior rival da Inglaterra, a França. Quando chegaram lá os filhinhos de papai perceberam uma novidade deverás interessante, uma mini baquete crocante por fora e com miolo macio por dentro. Adoraram.

Quando chegaram ao Brasil as proles da elite queriam voltar a comer do tão famoso pão francês, porém os padeiros e cozinheiros brasileiros não faziam a menor ideia de como preparar o prato. Baseado em descrições das viagens, os padeiros e cozinheiros tentaram recriar a receita original do seu jeito. E foi um fracasso, os aristocratas não gostaram porque era completamente diferente do pão original da França, todavia os padeiros gostaram e resolveram aderir a suas lojas.

Logo o único e original pão brasileiro fora apelidado de francês e se tornou muito popular em todas as classes sociais. Com o tempo ganhou outros apelidos pelo Brasil afora, por exemplo: Pão de Jacó, Pão de Sal, Pão d’água, Cacetinho, Careca, etc.

Atualmente é o alimento mais popular no café da manhã brasileiro, consumido em 75,08% das casas do país diariamente.

Não somente o pão francês surgiu assim, a prática da importação de receitas é algo comum em tempos de ostentação.

Após a guerra, quando os europeus estavam se recuperando do choque, houve um tremendo movimento popular de libertação cultural, mulheres trabalhavam, homens voavam, veio a rebeldia e o bum dos enormes e potentes muscle cars (Confira aqui mais desta história: https://revistastatto.com.br/negocios/mao-na-graxa/muscle-cars-os-mais-maneiros/), era a hora perfeita para viajar para fora e conhecer novos horizontes, novas línguas, novos sabores e assim fizeram.

Caso não saiba a popular feijoada se tornou um prato comum na Itália e nos Países Baixos nos anos 50, com o nome de Braziliaanse Bonensoep (Sopa de Feijão Brasileira) e Zuppa di Fagioli (Sopa de Feijão). Incrível não?

POR QUE SIGMUND FREUD MUDOU O MUNDO?

22/03/2020 às 11h14

Sigmund Freud (1856-1939) foi um grande médico judeu que impactou a sociedade pós-moderna com suas teorias e invenções. De descendência judaica natural do antigo império austríaco. Suas ideias são radicais, imagine na época vitoriana um judeu alegar que seus problemas psicológicos decorriam de problemas com sua sexualidade em algum momento da vida.

Criou a psicanálise, ramo que estuda o inconsciente em busca da cura para problemas de saúde mental e física. Popularizou o conceito de inconsciente, ego e recalque, mas a principal contribuição deste senhor fora nada menos do que um tratamento mais humano com os que sofriam de avarias mentais. No passado os cientistas estudavam os problemas mentais como algo biológico e propunham tratamentos invasivos e desumanos, a título de exemplo o tratamento de choque dos manicômios, contudo Freud percebeu que estes problemas vinham da mente, mais precisamente do inconsciente e expôs esta faceta biológica horrível como apenas um intensificador destes problemas.

Freud defendia fervorosamente a sexualidade e libido como causa dos distúrbios mentais e por tal motivo contraiu muitas desavenças com outros psicólogos. Freud era obcecado por sexo, sua teimosia em insistir no assunto tornava sua presença repudia em grandes eventos da sociedade puritana a qual pertencia.

Por ele foram revelados para sociedade coisas tão óbvias que me fazem pensar como ninguém havia chegado às mesmas conclusões a dois mil anos no auge da filosofia grega com seus grandes pensadores. Teses simples como a percepção de que a base da personalidade humana é desenvolvida em sua infância e não em seus ocorridos históricos e atos dos seres.

Freud também gerou muita polêmica ao afirmar que meninas sentiam inveja do pênis, hoje altamente repudiada pela comunidade em geral. Anos depois para se defender de tal afirmação é dito que Freud afirma não poder compreender com plenitude a psique feminina, pois jamais se tornaria uma mulher, independente do esforço empreendido.

Freud também faz contribuições para educação. Para tal é afirmado à existência das profissões impossíveis, incluindo a de educador e de maneira recíproca o professor deve tentar trazer lapsos de transmissão ao educando que remetam aos seus pais ou responsáveis, assim tornando o conteúdo de ensino uma marca no inconsciente do aprendiz que poderá visita-la no momento de necessidade. Ideia interessante, porém não muito aceita, com algumas melhorias e acréscimos de outras referências poderia render uma ótima teoria do aprendizado.

Os seus métodos de análises eram pouco ortodoxos, preferia não ser visto e muito menos tocado no momento da consulta, a fim de cumprir este objetivo usou um sofá velho como um tipo de cama para os pacientes e se mantinha de costas para o braço do sofá em uma cadeira oposta à cabeça do cliente. Neste simples ato de preservar a privacidade do paciente com um simplório sofá Sigmund inventou o divã.

Enfim, Freud foi um célebre cientista com ideias à frente do seu tempo e de vida controversa, seus atos dividem opiniões entre os estudiosos. Independente da sua opinião não dá para negar que Sigmund Freud foi o Einstein da medicina.

MUSCLE CARS: OS MAIS MANEIROS

20/03/2020 às 18h39

Dizem as más línguas que o homem é definido por seu carro. Sua imponência, elegância e força são incrementadas pelo simples fato de estar dirigindo um veículo pomposo, mas em meados dos anos 50 os norte-americanos mudaram todo este conceito.

Os carros que saiam das linhas de produção eram grandes, poderosos, consumiam petróleo adoidado, completamente diferente dos antigos calhambeques da década de 40. Logo os modelos se tornaram ícones de rebeldia da nova geração e até indesejados pelas antigas gerações, entretanto as montadoras de carros lucravam muito mais com a produção destes carros envenenados do que com os antigos modelos.

Sexo, drogas e rock’n’roll, estes veículos representam muito mais da sociedade que acabara de sair da maior guerra da humanidade e queria apenas se divertir. Infelizmente o Brasil adotou muito tarde os muscle cars e produziu poucos modelos antes da temível era dos carros quadradões.

SHELBY COBRA 427

Para começar bem esta lista temos o famoso 427 da Shelby, carro imponente e veloz. Possui um incrível motor V8 e chega a estrondosos 298 km/h… Simplesmente pegaram um carro de corrida e jogaram na rua em 1962, quase foi descontinuado legalmente após o lançamento. Até hoje é considero o conversível mais rápido que alguém pode possuir. A fabricante AC Cars foi processada pelo governo norte-americano por montar monstros como esse para a Shelby e a Ford porque as mortes por acidentes aumentaram de maneira descomunal na década de 60.

GM OLDSMOBILE ROCKET 88

No finalzinho da década de 40 a General Motors percebeu a tendência da nova geração e investiu pesado para criar um modelo que atraia os jovens. Após muita pesquisa da falecida subsidiária Olds criaram um ícone americano em sua marca o Rocket 88. Lançado em 1949, com motor V8 especial da GM e um apelo muito forte em Detroid foi um sucesso absurdo. A população o adorou, aparecia na tv e no rádio em propagandas, séries, filmes, músicas. Seu sucesso fora tanto que permaneceu como carro favorito dos norte-americanos até o ano de 1974. Sem o Rocket 88, provavelmente, o rock’n’roll sequer existiria. Influenciou até mesmo os brasileiros que por mais de 40 anos chamavam os motores V8 apenas de motor “roquéte”.

CHEVROLET BEL AIR

Em 1955 era o auge da corrida espacial, todos queriam saber se o homem chegaria à lua e se esse homem seria russo ou americano, e devido a esta histeria coletiva as grandes fabricantes de carros lucraram muito criando modelos nesta temática. O Bel Air foi um destes veículos inspirados na corrida espacial, com o design diferenciado que lembrava um pouco as naves dos desenhos futuristas como os Jetsons e sua marca registrada os foguetinhos no capô. Ficou marcado como clássico potente que chegava a incríveis 283 cavalos sem necessidade de carburadores.

PONTIAC CATALINA

O Pontiac Catalina poderia ter passado despercebido quando foi lançado em 1962, afinal muitos muscle cars eram parecidos e mais populares, mas ele fez a diferença no desempenho. É um carro muito potente e suave de dirigir, detalhe este que o fez popular com corredores profissionais. Tais corredores eram ídolos da garotada, logo todos queriam ter um Catalina para impressionar as garotas.

CHEVROLET CAMARO

E agora fiquei doce, igual caramelo, estou tirando onda de Camaro amarelo […]. Esse carro dispensa apresentações, foi um sucesso pela sua potência e pelo seu baixo preço nos Estados Unidos, conhecido como muscle car de pobre, até hoje em seus modelos modernos é uma das opções mais baratas do mercado norte-americano. Sucesso não apenas nos Estados Unidos, mas no mundo inteiro.

PLYMOUTH BARRACUDA

Lançado em 1970, a década de ouro dos muscle cars, o Plymouth Barracuda resume perfeitamente como seriam os modelos de carros nos próximos dez anos. Era forte, 428 cavalos, e possuía a melhor distribuição de peso até então vista em um carro. Foi um enorme concorrente da General Motors.

SHELBY MUSTANG 500

Este carro é um monstro em forma de máquina. Impossível não amar, é o modelo mais duradouro da GM e com toda certeza o muscle car mais popular do mundo. É fabricado até os dias atuais desde a década de 60, toda vez com o design redefinido e melhorado.

OPALA SS

Os brasileiros também tiveram a oportunidade de possuir muscle cars fabricados em solo nacional e um deles se destacou como o mais popular, e não estou falando do uno da empresa com escada no teto, o Opala. Estiloso e cheio de novidades para o mercado, o primeiro a trazer bancos individuais na dianteira. Possuía 171 cavalos de potência e 4 marchas, algo nunca antes visto no Brasil.

FORD MAVERICK GT

Lançado pela Ford em 1973 para ser o concorrente direto do Opala no mercado brasileiro. Oferecia 200 cavalos de potência e um design muito apelativo. Uma pena ter sido fabricado poucas unidades.

DODGE CHARGER

Foi lançado em 1970 no Brasil pela Chrysler, foi um sucesso imenso entre os jovens. Passava constantemente em filmes, séries e novelas. Ganhou fama como o melhor muscle car brasileiro com seus 215 cavalos e motor V8 “roquéte”.

OS CELULARES MAIS DESEJADOS NA ÉPOCA

19/03/2020 às 18h59

Os celulares são uma ferramenta essencial do cotidiano de praticamente todo mundo. Todos babam por tecnologia de ponta e sempre querem o melhor, entretanto não são todos que conseguem pagar e ficam apenas no cheirinho.

Grandes empresas são mestras no marketing e sabem o que fazer para chamar a atenção dos consumidores. Este nicho é concorrido e as empresas têm de lutar com unhas e dentes por uma parcela deste mercado imenso ao demonstrar novidade, criatividade e tecnologia.

Nokia 3310

Nos anos 90 a Nokia atingiu um patamar. Tornou-se um dos gigantes da tecnologia e referência no mercado de celulares como símbolo de qualidade. Quando alguém queria um celular, na sua cabeça já aparecia Nokia. Mas em setembro de 2000 ela soltou o seu maior marco, o Nokia 3310, carinhosamente apelidado de “Nokia Tijolão”. Todos queriam este celular, porque era resistente, a bateria durava uma semana, tinha várias cores e era popular com a galera por causa de seu design simples e elegante, além de mandar mensagens sms, tocar música e ter joguinhos legais. Este telefone celular se tornou rapidamente um sucesso e vendeu cerca de 126 milhões de unidades.

Nokia 1100

A Nokia não parou apenas no modelo 3310, em 2003 superou todas as expectativas do mercado e lançou um telefone celular imponente e robusto que logo se tornou um grande sucesso de vendas, o Nokia 1100. Tinha várias características novas que hoje se tornaram o padrão em qualquer smartphone, por exemplo, lanterna, descanso de tela com relógio, opção de escolher o toque de chamada, corretor gramatical, etc. A Nokia repetiu o que havia de bom no 3310 e ainda acrescentou mais qualidades. Em poucos dias seus estoques estavam zerados e todos o queriam em mãos. Vendeu pouco mais de 200 milhões de unidades e se tornou o celular mais rentável da história. Teve algumas variantes lançadas com incrementos. Extremamente populares renderam mais 250 milhões de vendas apenas com a variante 1110.

Motorola Razr V3

Não é só de Nokia que se vive os celulares, em 2004 a estreante Motorola lança o seu maior ícone da telefonia, o Razr 3. Apesar de ser mais caro que os concorrentes, era o sonho de consumo de muita gente. O seu design era maneiro e diferenciado dos demais e seu teclado foi projetado para ser suave ao toque dos dedos. Era um celular mais fino e leve para o padrão da época, o que o ajudou nas vendas. Vendeu 130 milhões de unidades e teve inúmeras variantes, inclusive um smartphone moderno, lançado no final de 2019, inspirado na versão original.

Apple iPhone 6

O primeiro smartphone da lista tinha de pertencer a Apple, a mestra do marketing. Em 2014 remodelou o design de sua linha principal para algo mais culto e popular. Graças a seu poder e tecnologia avançados para a época vendeu que nem água.

Samsung Galaxy S4

O Galaxy S4 foi o primeiro modelo da sul coreana Samsung que realmente fez sucesso no ocidente. Seu preço intermediário em 2013 o tornou concorrente direto dos iPhones da vida. Possui tecnologias avançadas, como bluetooth e gps, raras em modelos do mesmo ano.

Motorola Moto G

Quase dez anos depois de seu sucesso avassalador com o Razr V3 a Motorola sentia dificuldades de se incrementar no mercado de telefonia, seus designs eram obsoletos e pobres de tecnologia. Foi então que resolveram seguir a tendência da época e criar um modelo padrão de smartphone, porém bonito e barato. Pronto mais um sucesso para conta da Motorola e até hoje seu smartphone mais vendido.

Sony Ericsson Xperia X1

Lançado em 2008 pela Sony, o Xperia X1 foi o primeiro de uma linha extremamente rentável de smartphones. Possuía o corpo completamente diferente dos concorrentes, começando pelo teclado embutido e o sistema operacional Windows 6.1 que tentava criar um mini pc de bolso. Não foi muito popular nas massas, mas era desejado por muitos, principalmente, empresários. Marcou história como o primeiro smartphone a usar o Windows como SO que fez sucesso.