Revista Statto

PREGUIÇA

07/10/2020 às 09h31

Você já foi dominado pela preguiça nos últimos tempos? Tempos esses de pandemia? Uma vontade de fazer muitas coisas, mas sem energia para se levantar do sofá, da poltrona ou da cama? Pois é, não é só você.

Tenho falado com muitas pessoas que também estão com essa sensação. Que custam até começarem o dia. E que não poucas vezes, quando percebem, o tempo voou, e conseguiram, apenas, fazer o mínimo do necessário.

Sempre escutamos que somos todos conectados, e que influenciamos uns aos outros. Mais do que nunca, tenho certeza disso, e percebo que estamos todos sentindo as energias uns dos outros. Essa preguiça ou essa sensação densa não é, apenas, sua.

Por isso, não se exija demais nem se culpe, caso esteja passando por algo parecido. Apoie-se e encoraje-se a levantar e a seguir em frente. Seja forte e encoraje seus familiares e amigos a serem fortes também! Estamos todos juntos, nessa experiência chamada vida no Planeta Terra.

Há muitos mistérios entre o Céu e a Terra. Não sabemos o que não sabemos. Mas podemos, ao menos, começar a desvendar um pouco de tudo isso. Olhe-se para dentro. Olhe para fora, para o lado, e motive-se a levantar e a despertar, para a infinidade da vida. Ofereça seu ombro amigo e apoie seu irmão. Desperte a compaixão e o amor que estão no seu coração. Lembre-se do amor próprio e da autocompaixão.

Levante-se da cama ou do sofá e esteja pronto para a vida! A Terra não parou, a natureza continua a mil e muitas pessoas já conseguiram deixar essa preguiça de lado. Deixaram, também, a tristeza de lado e a substituíram pela fé e esperança de dias melhores. Vamos fazer o mesmo? Que tal nos conectarmos a essa nova energia que está surgindo? Vamos juntos superar esse desafio?

VOCÊ IMPLICA COM ALGUÉM?

07/09/2020 às 09h58

Sabemos sobre a importância de cuidarmos de nossa saúde, tanto física, como mental e emocional. Procuramos cuidar da nossa alimentação, da nossa mente, das nossas emoções. Todavia, muitas vezes, podemos estar nos prejudicando sem nos darmos conta. E a questão que trago para reflexão é: você implica com alguém?

Em outras palavras, há alguém que, ultimamente, tem lhe tirado a paz de espírito? Pode ser alguém de sua convivência, ou alguma figura política ou outra pessoa pública.

Acredite, não poucas vezes podemos nos fixar em alguma situação específica e termos nossa energia praticamente drenada por essa questão. Colocamos tanta atenção à situação ou pessoa, que nos desgastamos emocionalmente e podemos desequilibrar, inclusive, nossa saúde física.

Às vezes, pode ser alguém próximo, um familiar, uma pessoa que amamos muito, mas por algum motivo começamos a observar tudo o que ela faz de errado, tudo o que ela faz que nos irrita ou que nos desagrada. Podemos ficar presos nesse comportamento que poderá gerar pequenos conflitos diários ou até mesmo conflitos maiores.

Da mesma forma um governante. Podemos nos fixar em tudo o que ele faz de errado e nos alteramos demasiadamente a cada notícia que ele apareça. Cuidado, esse comportamento pode se tornar profundamente tóxico para nossa saúde. Pode contribuir para nosso stress e, invariavelmente, nos manterá a polaridade negativa. Tudo será motivo para críticas e julgamentos. E, acredite, outras questões de nossa vida podem começar a serem afetadas em razão da energia emanada a partir daquela implicância com determinada pessoa.

Por isso, mais do que nunca, precisamos ficar atentos aos nossos pensamentos, emoções julgamentos e, caso percebamos que nosso equilíbrio emocional venha sendo afetado por uma pessoa específica, será o momento de avaliarmos nossa percepção e interromper o mais rapidamente possível nosso modo “implicância”.

PAIS E FILHOS

10/08/2020 às 10h15

Você culpa seus pais por tudo, isso é absurdo, são crianças como você, o que você vai ser, quando você crescer“. Todos nós, filhos, temos a tendência natural de acreditar que os pais são nossos heróis, que sabem tudo e que podem tudo. Até certa idade, somos altamente influenciados por absolutamente tudo que eles fazem ou deixam de fazer. Achamos que são pessoas muito maiores e mais capazes que nós em todos os sentidos.

Na medida em que crescemos, entendemos (ou não) que são apenas humanos como nós, e que, muito provavelmente, eventual trauma que tenham nos causado estava longe de ser compreendido por eles.

Hoje, muitos pais, ainda, acreditam que para educar e colocar limites nos filhos necessitam ser duros e rígidos. Mostrar que estão bravos para assustar a criança e fazê-la parar imediatamente. Estão longe de ter consciência de que essa agressividade ao educar poderá se levar a um ciclo de traumas e comportamentos agressivos.

Será mesmo que para dar limites ao filho é necessária rispidez? Não dói menos quando recebemos um “não” carinhoso e gentil, ainda que esse “não” doa? Certamente um “não” com gentileza na infância ou na vida adulta será infinitamente menor sofrido.

Poderá haver quem diga que as crianças precisam de limites e rispidez porque a vida será dura, porque o mercado de trabalho e a concorrência não terão pena de ninguém. Hein? Mas quem faz a sociedade? As crianças de hoje não serão os adultos de amanhã? Se todos forem, de fato, educados com mais gentileza, certamente a convivência familiar e social será diferente. Aliás, não haverá sequer aquele “não” muitas vezes retribuído pelo filho, aos próprios pais.

Ensinar valores, explicar que a vida é feita de problemas e soluções, estar presente no seu crescimento e, também, na vida adulta é tudo o que de melhor se pode ter numa relação entre pai e filho. Da infância à velhice uma relação que se entrelaça e se eterniza, porque, afinal de contas, “é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã“.

CANCELE SEUS PENSAMENTOS NEGATIVOS

27/07/2020 às 09h09

Todos nós, de uma forma ou outra, já escutamos falar sobre o poder de criação do pensamento positivo. Muitos acreditam, outros zombam, dizendo se tratar de uma grande bobagem.

Sim, os pensamentos têm poder. Já o pensamento focado, intencionado, tem muito mais. Os pensamentos combinados com as emoções, então, já entram em outro nível de realização.

O pensamento é energia e quando a emanamos, ela se alinha às energias correspondentes, com mesma frequência vibratória. Pensar uma vez sobre algo, emite uma energia; pensar o dia inteiro sobre a mesma questão, emana outra.

Infelizmente, na grande maioria das vezes, pensamos sobre algo, consistentemente, quando se trata de preocupações. Um pensamento puxa outro e pode ir formando uma verdadeira “bola de neve”, repleta de medos e dúvidas.

Agora, pegue uma preocupação e observe as emoções que ela acaba despertando em você. Medo, ansiedade, e por aí vai. Esse é uma pequena amostra do poder dos pensamentos. Aliás, as pessoas podem até não acreditar no poder do pensamento positivo, mas conhecem muito bem os efeitos dos pensamentos de stress e preocupação.

Então, a proposta, aqui, é sugerir que você cancele o pensamento negativo logo que ele surgir, para que não permaneça em sua mente e em seu sistema, gerando outros pensamentos e emoções negativas.

Quando o pensamento inadequado surgir, pare, observe e repita para si mesmo: cancelado, cancelado, cancelado. Coloque uma intenção em cancelar esse pensamento e não se vincular mais a ele. E, em seguida, volte sua atenção para coisas que lhe façam bem. Mude conscientemente a direção.

Lembre-se: é você que tem o domínio de seu corpo e de sua mente; é você que pode direcionar melhor sua vida. E acredite, cancelando os pensamentos negativos, os positivos ganham muito mais poder de realização em sua vida!

FLEXIBILIZE SUAS IDEIAS

05/07/2020 às 09h55

Talvez, um bom ensinamento a ser retirado de tudo o que estamos passando possa ser “relativizar nossas certezas”. Em outras palavras, podemos aprender a flexibilizar nossas ideias e crenças.

De uma hora para outra o improvável aconteceu. Como foi possível? Onde está a verdade absoluta? O que é real? O invisível existe? E o que parece realmente é? Não sabemos o que não sabemos, isso é fato.

Se até o tempo é relativo, por que nossas ideias têm que ser absolutas?

Esse vírus, além de seu efeito devastador, tem dividido a humanidade com certezas e dúvidas. É algo novo, desconhecido, que traz união e divisão, um verdadeiro paradoxo. Pois então, o que podemos fazer para amenizar isso tudo? Acredito que flexibilizar nossas ideias para encontrar um ponto de equilíbrio em comum, possa contribuir para a paz e harmonia em nossa sociedade.

Sim, ficar em casa é preciso; abrir o comércio e fazer a economia girar também o são. Usar máscara, manter distância, evitar aglomerações, já sabemos disso. Mas e porquê há pessoas que não usam máscaras e se aglomeram em festas clandestinas? E por que há adulteração de álcool em gel ou tantas outras fraudes criativas?

Há situações escancaradamente egoístas e revoltantes, outras nem tanto. A diferença está no grau de consciência de cada ser humano, na sua base de valores que consolida o seu ser. Dizem que, num futuro próximo, a sociedade se dividirá entre as pessoas que são compassivas e as que não são. A diferença será nítida.

Aliás, praticar a compaixão, também, está em sabermos respeitar as ideias alheias, sejam elas quais forem. Você pode não concordar, mas ter consideração com o ser humano que as expressa é fundamental.

Do mesmo modo, no momento de nos expressarmos, é essencial o cuidado com as palavras e o respectivo respeito, especialmente em tempos de Redes Sociais.

Enfim, é chegado o momento de nos unirmos, e não de cortar laços, por questões pandêmicas ou políticas. Não é com a luta que chegaremos na paz, não é com raiva que teremos compaixão, nem com certezas absolutas que acessaremos a verdade!

QUAL A FÓRMULA DO AMOR?

11/06/2020 às 14h05

Muitas pessoas perguntam para aquelas que tem relacionamentos amorosos de sucesso: Qual é o segredo? Qual a fórmula para dar certo uma relação?

“Só” o amor basta?

Depende, se for amor verdadeiro, provavelmente, sim. Aquele amor que compreende, que perdoa, que valoriza. Também, vale lembrar da importância de ser um amor recíproco, onde as duas pessoas se amam. Aí, tudo fica mais fácil.

No entanto, nem sempre é tão simples.

Imagine que muitas vezes não conseguimos compreender nem a nós mesmos, quanto mais uma outra pessoa. Às vezes, a paciência nos falta, o stress, as cobranças da vida, e, então, temos que saber lidar com isso e termos equilíbrio o suficiente para não descontar na primeira pessoa que aparecer em nossa frente, no caso, namorado (a) ou parceiro (a).

Relacionamentos são belos e ao mesmo tempo grandes oportunidades de aprendizagem.  Aprender que para dar certo, você não pode ver seu companheiro como um adversário, mas sim como alguém que está do seu lado, torcendo junto com você. Entenda, se seu parceiro não torcer por você, desculpe a piada, mas você nem precisará de inimigos.

Mas voltando à fórmula, acredito que cada um terá de descobrir a sua, com alguns ingredientes bem conhecidos e, talvez, outros nem tanto. Isso, a experiência irá mostrar. De qualquer modo, a intenção em estar disposto a construir um relacionamento amoroso bem-sucedido, com muito respeito e muito amor, é meio caminho andado.

Que nesse dia dos namorados o ingrediente da celebração seja acrescentado como uma forma de manter sempre acesa a chama da paixão e do amor, aquecendo verdadeiramente nossos corações e fortalecendo nossas conexões.

O AMOR PRÓPRIO É UMA DECISÃO!

02/06/2020 às 10h57

Você sabia que o amor próprio é uma decisão? Pois, então, quando falamos em amor próprio, em desenvolver a aceitação, a auto aprovação, precisamos estar dispostos a isso. Precisamos, definitivamente, aceitar nossas falhas, perdoar nossos erros, e nos amarmos, independentemente, das nossas imperfeições. É necessário saber que se trata de uma decisão e que, apenas, nós mesmos poderemos fazer isso. Somente eu posso ter o amor próprio por mim e me aceitar verdadeiramente.

De nada adianta me aceitar “da boca para fora”. De nada adianta pensar que tenho uma autoestima elevada, quando, na primeira crítica que recebo, acredito mais nas palavras externas do que na minha aprovação interna.  Há estudos que comprovam que para cada crítica são necessários 05 elogios para que seja feita a compensação no cérebro. Somos muito mais pessimistas. Acreditamos fielmente na crítica negativa vinda em nossa direção ao invés do elogio proferido. Não duvidamos da crítica, e duvidamos do elogio. Aliás, não poucas vezes duvidamos quando nos elogiam, imaginamos que a outra pessoa está exagerando, e perdemos a oportunidade de nos auto valorizarmos.

Precisamos entender que não será suficiente alguém dizer-lhe que “você é sensacional” se você não se permitir a aceitar. Você precisa, de fato, se entregar para essa possibilidade. Talvez, nunca chegue alguém dizendo: “olhe, acredite, você é magnífico”; “agora, a partir desse momento, você pode se amar e ter confiança nos seus talentos, na sua magnitude como Ser Humano”.  Por outro lado, você pode se permitir a se sentir assim. Experimente aquele velho exercício de se olhar no espelho, olhar no fundo dos seus próprios olhos e decidir, definitivamente, não duvidar mais de suas capacidades, e dizer: “você é magnífico do jeito que é, eu amo você”.

Acostume-se a olhar para o seu interior e se aprovar, se perdoar, parar de se culpar, e se amar. Honre o ser humano que você é, com todos seus defeitos e suas virtudes. Apaixone-se por você, e transforme-se numa pessoa mais leve, de bem consigo próprio, com os outros e com o mundo. Acredite, essa decisão interna, poderá trazer profundas e significativas mudanças em toda a sua vida!

O MOMENTO EXIGE BOM SENSO

21/05/2020 às 10h48

Estamos diante de um vírus devastador em relação ao qual ainda não descobrimos a cura para os males que ele causa no corpo humano. Por isso, devemos, mais do que nunca, agir com bom senso, se quisermos preservar nossa saúde e nossa vida, assim como dos nossos semelhantes.

Descobrimos que o distanciamento entre as pessoas evita o contágio, e que lavar as mãos com água e sabão ou com álcool em gel 70% mata eventual vírus que esteja em nossas mãos. Também descobrimos a importância de se manter os ambientes e superfícies desinfetados, assim como todos os produtos e alimentos que trazemos para nossas casas.

Sabemos, ainda, que a “porta de entrada” do vírus são os olhos, nariz e boca e, por isso, hoje, as máscaras são indispensáveis.

Os profissionais de saúde, a cada dia, estão descobrindo novas formas de lidar com a doença nos hospitais. É tudo muito novo para todos nós.

Milhares de pessoas já tiveram contato com o vírus e não apresentaram sintomas. Outros milhares desenvolveram a doença, e bravamente a venceram. E, infelizmente, outros milhares, no mundo inteiro, já foram derrotados por ela.

Se você estiver numa localidade em que o sistema público de saúde esteja chegando ao seu limite, por favor, use o bom senso, e fique em casa. Se você se enquadra nos trabalhadores dos serviços essenciais que não pararam, por favor, use sempre a máscara, evite falar com as pessoas, mantenha distância, leve um álcool em gel sempre no bolso.

Se você estiver em uma região menos afetada e que esteja com a reabertura do comércio, entenda: o único motivo para a chamada flexibilização, além da pressão da crise da economia, é que há leitos de UTIs para você que não aguenta mais ficar em casa. Entenda, a cura não chegou, tampouco a vacina. Se está mais “liberado” é para que se comesse a fazer a chamada “imunização” da sociedade em relação ao vírus.

Uma imunização que não é com a vacina, mas expondo a sociedade ao vírus! E aí, quando os Hospitais começarem a chegar no limite, se restringe novamente as atividades, simples assim. Enquanto isso, a economia gira um pouco e você se arrisca numa grande “roleta russa”, podendo não ter sintoma algum, ou se transformando em mais um número da lista.

Escutei na rádio a notícia de uma senhorinha que no primeiro dia de liberação em Porto Alegre saiu para tomar café da manhã na cafeteria perto de sua casa, porque estava com saudade. No mesmo primeiro dia, vi amigos, no Facebook saírem para prestigiar a reabertura de uma cervejaria na capital.

Hein? Não se trata de uma pandemia mundial? Chego a ter vergonha quando o Rio Grande do Sul, exemplo que está sendo para o restante do país, resolve relaxar suas medidas para que a economia gire um pouco, e a população, ao invés de continuar com o isolamento social, abusa da própria sorte.

Será mesmo que os estabelecimentos comerciais não poderiam reabrir de uma forma em que oferecesse a entrega de seus serviços? Tele-entrega, serviço on-line, aplicativos e outras formas ainda a serem inventadas e adaptadas?

Você quer prestigiar seus comerciantes? Ligue para eles, peça uma entrega, ou vá buscar. Mas por favor, use o bom senso. A reabertura está ocorrendo porque ainda há leitos de UTIs vagos, lembre-se disso!

E SE A PANDEMIA FOSSE UM TSUNAMI?

12/05/2020 às 09h30

Não sei você, mas às vezes tenho a sensação de que o que estamos passando não é real. Infelizmente, ligamos o noticiário na televisão e vimos que é.

E se a pandemia fosse um tsunami? Talvez, se os oceanos tivessem formado ondas gigantescas, ou então, se fossem tempestades dia e noite, por mais de 100 dias, todos nós não teríamos dúvidas em ficar em casa.

Talvez, deixássemos de nos preocupar um pouco com o emprego, a empresa ou o sistema financeiro, pois entenderíamos, antes de mais nada, que se trata de vidas ou mortes, em razão de uma tempestade aparentemente interminável.

Como é um vírus invisível, talvez, não estejamos conseguindo enxergar a gravidade da situação, ainda que milhares de pessoas estejam morrendo no Planeta agora.

Sei que o medo não é uma energia boa e que devemos seguir em frente e superá-lo, mas isso não pode significar descaso com nossa vida ou com a vida de milhares de pessoas que irão precisar de atendimento hospitalar.

Falando em hospitais é lá que o furacão invisível está mostrando que é verdadeiro. Médicos, enfermeiros e todos funcionários envolvidos estão sendo os verdadeiros heróis nessa pandemia.

Você sabia que para colocar um respirador em algum paciente ou fazer uma reanimação em alguém que esteja tendo uma parada respiratória os médicos e enfermeiros estão expostos diretamente a uma grande carga viral? Um dos momentos mais arriscados para os profissionais da saúde.

Sim, nesse momento eles sabem que estão diante de um paciente com o vírus, diferentemente quando saímos às ruas para trabalhar, ir ao supermercado ou fazer uma caminhada esportiva.  Podemos pensar que o vírus não esteja por perto. Só que não. Ele está circulando no nosso país e a única forma de detê-lo, por enquanto, é, definitivamente, evitar o contato social.

Isolar-se, ainda é a forma mais segura de nos protegermos.

Também não sei por quanto tempo, ainda. Estamos sempre querendo acreditar que, daqui um mês ou dois, vai passar. Tomara que sim. Mas, também, se precisar esperar mais, que esperemos.

Encontrar o ponto exato da flexibilização de regras e leitos de hospitais não parece uma tarefa fácil. Definitivamente, acredito que deveríamos ser rígidos no distanciamento e paralisação de atividades para conseguir deixar os leitos de hospitais para as pessoas que já estão nos ajudando a sobreviver: os profissionais essenciais. Esses que estão se arriscando, nos hospitais, nos supermercados, farmácias, nas entregas, nas limpezas, nos transportes, na segurança, nos governos e por aí vai. E, claro, para todas as demais pessoas que necessitem de atendimento médico, pelos mais diversos motivos. E só isso já é bastante.

Por isso, o empenho de todos nós, em conter esse vírus é fundamental!

E se pudermos colaborar de alguma forma com as pessoas mais necessitadas e vulneráveis nesse momento, estaremos igualmente fazendo a diferença e caminhando em direção ao nosso novo normal!

Que superemos juntos tudo isso, com muita fé no coração.

AMOR DE MÃE

07/05/2020 às 17h32

Nesse mundo de tantas injustiças, problemas e desafios, precisamos, cada vez mais, do Amor de Mãe. Sim, aquele amor incondicional, verdadeiro, que não mede esforços para resguardar seu filho. Aquele amor em que a mãe chega a dar a própria vida.

Muitas vezes, quando somos filhos, não percebemos a real dimensão desse amor. Aliás, até certo momento de nossa infância e, talvez, também na vida adulta, podemos achar que nossa mãe não esteja fazendo nada além de sua obrigação. Podemos até beirar à ingratidão. Porém, quando nos tornamos mães, entendemos a dimensão de cada atitude. É mais fácil perdoar eventuais erros de nossas mães porque percebemos o quão humanas são.

Sim, não há dúvidas de que existem muitos relacionamentos conflituosos entre mães e filhos, muita culpa e ressentimentos pelas mais diversas experiências que possa se ter passado. Mas uma coisa é certa: o amor de mãe, por mais humano e falível que seja, é o ingrediente essencial que deveria estar sempre presente em nossas relações. E não apenas na relação mãe e filho, mas nos relacionamentos como um todo. Aquele amor em que sentimos a vontade de amparar crianças e animais abandonados. Aquele amor que nos leva a fazer algo pelo próximo, que não mede esforços para ajudar, seja alguém da família, um amigo, ou um desconhecido. Aquele amor que desperta a compaixão, e que nos dá forças para ir até o final e apoiar quem estiver passando por um momento de fragilidade.

É desse amor que precisamos. Sejamos mãe, ou não. Sejamos filhos ou pais, busquemos no amor de mãe, a essência do amor, e compartilhemos mais com nossos filhos, com nossos semelhantes ou mesmo com nossos diferentes.

Aliás, em tempos de pandemia, compartilhemos mais desse amor. O mundo está carente dele. Um feliz e abençoado Dia das Mães para todos nós!

LOOK OUTONO/INVERNO 2020: MÁSCARA E COMPAIXÃO

21/04/2020 às 19h30

O Look Outono/Inverno de 2020 já está definido: Máscaras no rosto e Compaixão no coração. Você pode não gostar de modismos, e não querer seguir o visual que está em alta a cada dia no Planeta. Aliás, para a Primavera/Verão do Hemisfério Norte, o Look é o mesmo.

Se não for por “moda”, que você use, então, como equipamento de proteção ou de sobrevivência, em tempos de coronavírus.

As máscaras de pano, feitas a mão, ou industrializadas, bonitas ou feias, são necessárias para sairmos às ruas. Há, também, aqueles protetores de plástico que cobrem todo o rosto, uma proteção aparentemente eficaz.

Se olharem atravessado para você, deixem olhar, se afastarem-se de você, melhor ainda. Estamos num momento em que precisamos do distanciamento físico, para salvaguardar vidas.

Sem entrarmos em desespero, mas não é brincadeira o que estamos vivenciando.

Por outro lado, a aproximação espiritual clama por nossa consciência. Encher nossos corações de compaixão e olhar para o próximo é a tendência que não pode ser esquecida, neste momento. Sim, as consequências econômicas estão aí, e será a cooperação entre os seres humanos que fará com que cada economia no mundo inteiro se restabeleça, isso é fato. Os Governos serão essenciais? Sim, mas a ação e a atitude de cada ser individualmente e/ou em grupos será tão importante ou até mais.

É chegado o momento de resgatarmos os valores e respeitarmos as leis universais e não mais continuarmos vivendo na sua completa inversão. O fútil sobreposto ao essencial, o poder e a ganância sobrepostos à vida, o ter acima do ser, o visível acima do invisível.

Aliás, este ser invisível aos nossos olhos, está aí para nos trazer inúmeras lições, estamos recém começando a entendê-las. Fomos pegos de surpresa, mas agora, cabe a nós, darmos a volta por cima e, de preferência, com o nosso melhor look, máscara e compaixão!

UMA PÁSCOA COM MAIS SIGNIFICADO!

10/04/2020 às 11h37

Talvez, poucas pessoas tenham vivenciado uma Páscoa com tanto significado como esta. Desde a quaresma, leia-se quarentena, até a morte e ressurreição.

O Planeta está recolhido para reflexão, para interiorizar-se, para encontrar um sentido maior a tudo isso que estamos experimentando coletivamente.

Estamos ou deveríamos estar em luto mundial, em respeito à grande parcela da humanidade que foi para o outro plano em razão da pandemia.

A compaixão começa a ser despertada a cada novo dia em milhares de seres humanos. Campanhas de solidariedade estão se multiplicando, talvez, em velocidade maior que a do vírus. E é assim que tem de ser. O amor está retomando seu espaço no coração de muitos.

O trabalho, o emprego, o sustento, tudo isso é importante, mas a saúde e a vida sempre terão de estar em primeiro lugar, sob pena de perda total do controle do sistema de saúde e crucificação em massa. Com organização, planejamento, fé e união, uma sociedade e um governo podem fazer milagres.

Agora é o momento de nos recolhermos em nossos corações e buscar nosso papel neste mundo. O que tenho feito de minha vida?  O que posso fazer hoje? Como minhas emoções e meus pensamentos podem colaborar? Qual atitude posso tomar para fazer a diferença na vida das pessoas? Na vida da minha família, dos meus vizinhos, dos meus amigos?

E nas redes sociais, quais notícias e mensagens vou compartilhar? Vou ajudar a informar e transmitir fé? Ou vou descarregar a minha revolta com as pessoas que não usam máscaras, e não estão colaborando com o isolamento social?

Os profissionais da saúde sabem do quão imprescindíveis são, e estão arriscando suas vidas para salvarem muitas outras. Eles compreendem a importância do “ficar em casa”, independentemente das outras consequências negativas que invariavelmente irão se suceder, mas por outro lado eles não tem dúvidas do quanto essa é a melhor estratégia enquanto não se encontra a cura ou a vacina.

Jesus não foi e não é compreendido por muitos até os dias de hoje. Há pessoas que o veem como uma pessoa comum que por aqui passou, talvez, uma grande farsa. Do mesmo modo, muitos acreditam que a letalidade do coronavírus também é uma farsa, e ele é apenas mais um vírus como qualquer outro.

Pelo sim, pelo não, independentemente de suas crenças, aproveite essa Páscoa para refletir, para ressignificar sua vida e para buscar em seu coração algo que seja mais construtivo e valoroso. Que suas escolhas e decisões sejam guiadas pelo amor e compaixão, sem preocupação excessiva com o dinheiro e bens materiais. Que possamos passar pelo jejum e pelo recolhimento interior de forma a florescer e reviver de forma muito mais plena, num futuro breve.

COMO POSSO CRESCER COM A PANDEMIA?

03/04/2020 às 11h17

Dizem que os momentos de dificuldades nos fazem crescer e evoluir, que os desafios nos tornam melhores e que os problemas podem nos ajudar a amadurecer.

Você já deve ter escutado inúmeras histórias de superação, já deve ter lido infinitos exemplos de pessoas que literalmente revolucionaram suas vidas depois de grandes perdas.

Então, com esse conhecimento em mente, podemos facilmente ter a perspectiva de um crescimento coletivo diante dessa tragédia mundial. “É nosso dever e nossa salvação” inverter esse jogo e fazer do limão uma limonada. O planeta já está em luto, na linha de frente estão os profissionais de saúde na ação, e a grande massa deve se isolar e evitar a disseminação ainda maior desse vírus. Especialistas estão estudando a forma de conter e encontrar logo essa cura e cabe a nós fazer a nossa parte.

O que de concreto podemos fazer para ajudar? Costurar máscaras caseiras? Doar quantias em dinheiro para campanhas de solidariedade que já estão sendo formadas? Ficar em total isolamento, em nossas casas, orando e vibrando em direção a cura? Sim, tudo isso é válido.

O que não devemos fazer? Deixar nos levar pelo pânico. Preocupar-nos demasiadamente com questões financeiras, ainda que sejam essenciais para nossas vidas.

Espere, não é o momento de todos voltarem às suas rotinas, abrirem o comércio, os eventos, as grandes aglomerações e deixar acontecer uma disseminação muito maior.

Vamos aguardar a cura chegar, ou atingirmos um estágio de controle da disseminação, e um razoável equilíbrio do sistema de saúde.

Definitivamente é o momento de entendermos os reais valores da vida: a compaixão, o amor, a solidariedade, o respeito, e colocá-los em prática. Abandonar o medo, a ganância, o egoísmo. E, ainda, frear o instinto de sobrevivência por “vias transversas” que tem se apresentado pelas pessoas desesperadas querendo voltar ao trabalho.

É o momento da sociedade crescer junto com o governo, o momento de reavaliação dos sistemas, é o momento de muita calma nessa hora.

Vamos crescer e vamos crescer juntos. Vamos começar cuidando da nossa saúde física, mental e espiritual, e ao mesmo tempo preservar a saúde do próximo e buscar alternativas para salvar a humanidade.

ISOLE-SE COMO UM ATO DE CORAGEM E UNIÃO

18/03/2020 às 14h10

A regra nesse momento atual deveria ser uma só: isole-se.  Isolar-se como um ato de coragem e união; não por medo. Aliás importante frisar que não devemos baixar nossa frequência vibratória para as ondas do medo.

O coronavírus é perigoso? É. Devemos ter medo? Não, devemos ter cautela. Prevenirmo-nos, independente das orientações do governo. Não precisamos esperar que seja oficialmente proibida a circulação nas ruas para então evitarmos circular.

Tudo é muito novo; não sabemos ainda, ao certo como surgiu, mas sabemos que ele já adentrou ao território nacional e pode se espalhar exponencialmente. O que fazer? Evitar a progressão geométrica acelerada. Retardar ao máximo possíveis contágios. E a melhor forma de fazer isso é, definitivamente, ficarmos em nossas casas e ponto final.

Quem ainda não pode, em razão do seu trabalho e suas chefias, busquem alternativas. Conversem de longe, surgiram, tragam ideias para que o contágio seja evitado.

Vamos nos antecipar, nos resguardar enquanto há um certo controle. Por que esperar o caos? Evitar ao máximo o contato entre colegas, amigos, familiares, conhecidos e desconhecidos, é isso que podemos fazer.

E para quem ainda pensa que é exagero, por favor, deixem que o mundo peque pelo excesso de zelo e não por displicência. Não vamos errar duas vezes.

Devemos nos unir, estando afastados fisicamente, e encontrarmos a melhor solução. Nem que a solução seja rezar para que os estudiosos da área encontrem a cura, a vacina, algo para conter esse vírus.

Vamos criar coragem e nos isolar até essa onda passar. Vamos agir em prol de uma sociedade mais sã e salva.

Faça sua parte e durma com sua consciência tranquila. Ore, reze, espalhe mais fé, esperança, sem alimentar o medo. Lembre-se de alimentar o cuidado, o amor, nunca o medo. Enfim, preserve-se, preserve sua família, sua cidade e nosso planeta.

CASE COM SEU CORPO

06/03/2020 às 15h38

Case com seu corpo: prometa amá-lo e respeitá-lo até que a morte os separe.

Na saúde e na doença ame o seu corpo e aceite como ele é.

Você conversa com o seu corpo físico ou você só reclama dele? Você é daquelas pessoas que sempre acha que poderia emagrecer um pouco? Ou melhor, que deveria emagrecer muito? Você é daquelas que sempre reclama do cabelo?

Saiba que seu corpo sente e escuta toda essa sua frequência de insatisfação. Esse “não gostar” essa “não aceitação” é sentida por cada célula do seu corpo! Como você acha que seu corpo se sente cada vez que escuta uma reclamação sua dizendo que está gordo demais? Com certeza não é felicidade ou alegria. Muito provavelmente ele se sentirá ofendido, humilhado, em cada manifestação de insatisfação. E, pior, ele poderá reagir negativamente. Um conflito interno acaba se instalando em seu sistema e ele poderá apresentar muita resistência para mudar. Aliás, ele poderá, inclusive, criar doenças outras em razão de tanto sofrimento vindo de seus pensamentos e emoções insatisfatórios.

Calma não entre em pânico, você poderá reatar hoje mesmo a boa convivência com seu corpo! Você pode pedir internamente perdão por todas as vezes que você se queixou dele. Você pode dizer que o ama muito e que sempre irá cuidá-lo cada vez melhor e melhor. Você pode agradecer por ele estar lhe acompanhando por “x” anos. Você pode pedir que ele lhe acompanhe, sempre, principalmente, com muita saúde.

Prometa cuidá-lo e respeitá-lo. Prometa que se exercitará na medida do possível e que cuidará de sua alimentação com atitudes mais saudáveis. Tenha certeza que o relacionamento entre vocês melhorará 100%. Ele irá reagir. Ele também irá amar você e, de sobra, ele aceitará muito mais fácil uma dieta ou algo do tipo. Ele reagirá muito melhor e se apresentará no espelho cada dia um corpo mais feliz por viver com quem realmente o respeita e o ama.