Revista Statto

O PARADIGMA EMOCIONAL DO MIOMA.

23/05/2020 às 10h38

Vida” é o nome energético e emocional que recebe o útero. Um nome muito adequado para todo o que este órgão representa na vida e no organismo de cada mulher. Além disso, o útero é um importante centro de energia feminina que contém, gera e é vida. Portanto, seu nome não poderia ser mais apropriado”.

Porque é vida?

É um órgão com vida própria, com grande elasticidade e capacidade de se adaptar às diferentes circunstâncias, momentos fisiológicos e emocionais de cada mulher. É um órgão com sua própria memória. Esses e muitos outros fatores tornam o útero um dos órgãos mais importantes para as mulheres em todos os níveis, razão pela qual também é um dos mais sensíveis e delicados, seja na esfera fisiológica ou emocional. Porque através dele e de sua energia manifestamos todas as atitudes e qualidades como mulher em cada um de seus papéis, seja como filha, mãe, esposa, parceira, profissional, etc., mas também e acima de tudo, como um ser individual, com tudo o que isso implica em um nível psicológico, emocional ou comportamental e em todas as áreas em que colocamos essas qualidades em prática.

Por ser um órgão tão delicado e desconhecido ao mesmo tempo, em geral vivemos uma parte da vida ignorando-o ou tomando todos os cuidados médicos possíveis para garantir que tudo funcione normalmente. Embora essa segunda opção quase nunca seja usada, a menos que sintamos dor ou algum desconforto, que termina no diagnóstico de alguma patologia ou anormalidade, incluindo miomas.

Então o paradigma muda, nós cuidamos adequadamente do útero?

Para cuidar de algo, seja o que for, precisamos de conhecê-lo. Porque se não o fizermos, não entenderemos o que é, como funciona e qual é a sua importância. A verdade é que o útero é um grande desconhecido, que passa desapercebido pelas mulheres até que existe o desejo de ser mãe ou ficar doente, então tomamos consciência de que está lá.

Até então, ignoramos, é por isso que não sabemos como cuidar disso, como cuidar de nós mesmas. Para conhecê-lo, precisamos entender que não precisamos apenas de exames ou atenção médica; mas também cuidados emocionais, uma vez que o corpo é energizado por energia que estimula as células através de reações; mas essas reações dependem e são modificadas pelas emoções, danificando as estruturas celulares, no caso do útero, causando alterações, isto é, miomas.

Mas quais são os gatilhos emocionais para o aparecimento dos miomas?

Desvalorização e abuso (note que não estamos falando necessariamente de abuso físico, mas também de abuso psicológico), esses são os principais sentimentos que geram o quadro emocional para o aparecimento desse tumor benigno.

Em muitos casos, a mulher não tem noção consciente de que se sente assim, porque são sentimentos antigos, com os quais se acostumou a viver, pois estão enraizados em seu modo de ser, estar, sentir, pensar e se comportar, mas também enraizada em seu útero.

A que esses sentimentos estão nos levando?

Medo, culpa, ressentimento, tristeza, submissão, etc., que se juntam formando aquela massa chamada mioma ou massa de desvalorização que em sua idade fértil se instala no útero, juntando-se ao sentimento de incapacidade, em muitos casos, incapacidade de dar vida. Nesse caso, não está apenas relacionado a uma gravidez, mas sim a dar vida e criar o que você sempre quis. Tornando-se submissa à sua própria desvalorização, permitindo que outros a abusem emocionalmente.

Por que esses sentimentos afetam o útero dessa maneira?

O útero é um dos órgãos relacionados e com o qual identificamos mulheres, feminilidade, capacidades criativas das mulheres (não apenas fisicamente, mas também emocionalmente). Ele também é um órgão com memória emocional que armazena as informações psicoemocionais relacionadas com a mulher como um ser individual e informação de como nos sentimos em e com cada um dos papéis pessoais, familiares e profissionais que desenvolvemos (filha, mãe, neta, avó, companheira, esposa, amiga, profissional, etc.).

A mulher através do centro de energia que possui o útero, co-cria, gera vida ou destrói sua própria vida, desvalorizando suas qualidades e capacidades pessoais; levando à perda de identidade.

Em que esta perda de identidade é resumida?

Esquecemos quem somos, nossas verdadeiras capacidades e como somos valiosas. Esse é o verdadeiro poder: confiar em si mesma e aprender a se valorizar como indivíduo, porque, quando você se valoriza pelo que é, está criando um novo arquétipo de mulher, com todas as qualidades que tem dentro de você, mas que ainda não descobriu.

Yolanda Castillo

Compartilhe!
POSTS RELACIONADOS
COMENTÁRIOS

0 Comentários

ESCREVA UM COMENTÁRIO

Seu e-mail não será publicado. Campos marcados com * são obrigatórios.

IMPORTANTE!
As informações recebidas e publicadas são de responsabilidade total de quem as enviou. Apenas publicamos as matérias e notas que as assessorias de imprensa nos passam. Qualquer problema, envie-nos e-mail relatando o ocorrido que transmitiremos aos devidos responsáveis.
desenvolvido porDue Propaganda