Revista Statto

ACEITAR NÃO É SOBRE DESISTIR

23/04/2020 às 16h09

Se, mesmo que inconscientemente, vínhamos chorando pelo que já não temos ou podemos fazer, agora o momento é de aceitar o que se tem e pararmos de agir como crianças mimadas…

Se só temos o amarelo, nada de chorar pelo azul.

O que podemos fazer com o que temos? (Re)conhecer, inventar, interagir, descobrir novas formas de usar ou explorar?

Definitivamente, aceitar não é esmorecer ou estagnar. Aceitar é sobre as coisas não serem do jeito como você quer, mas do jeito que elas podem ser. Sem expectativas, apenas fatos.

Na minha humilde leitura, esse é mais um momento da quarentena – O ACEITAR.

Pare de brigar com seus filhos, com seu par ou com você mesmo – o momento nos exige, aceite a responsabilidade – agora é a hora de levantar e agir.

Responsabilidade tem a ver com o que precisa ser feito – não o que você quer, nem o que gostaria de fazer – Mas, a ação imprescindível que fará toda a diferença para você realmente ter o resultado que deseja.

– Você sabe me dizer qual, ou quais ações, realmente fariam diferença nos seus resultados, na sua empresa, nos seus lucros, nos seus relacionamentos, na sua vida?

– Não se preocupe em saber as respostas agora. Uma conversa sincera com você mesmo (a) pode ajudar a desatar esses nós e te levar a outro nível.

Pode ser uma avaliação de suas atitudes, entregas e o quanto você realmente se dedica a conquistar seus objetivos. Na vida familiar, essa avaliação pode versar sobre a convivência com as crianças, se a convivência intensa foi o início de uma linda e longa conexão de amizade ou apenas a divisão do espaço geográfico. Ou, ainda, no trabalho, onde você passa a ser mais cirúrgico e volta seu olhar para os pontos que realmente farão diferença no modo como você pensa, age e executa suas ações.

Falo em avaliar por se tratar do primeiro passo para a organização, pois permite que você identifique o que precisa ser feito, realizado. Aí você monta a estratégia de como irá executar suas demandas e parte para ação. Depois da batalha, vem à avaliação dos resultados, bons ou ruins, motivarão outros insights e novas formas de agir. E, seguimos nesse ciclo de organiza-estrutura-ação-reavaliação –reorganização – até nossa linha de chegada.

Dessa forma você deixa de viver o zecapagodismo de “deixar a vida te levar” e, passa ser protagonista da própria vida. Sabendo os reais porquês que te movem e te levam a fazer o que faz – o famoso propósito, aquele que te faz a alma sorrir.

A grande diferença é que com aceite e responsabilidade você entende que não está perdendo algo quando simplesmente aceita o fato e, que também nem tudo depende de você. Mas, ao mesmo tempo, se responsabiliza por todo o resto que depende, de você e de sua proatividade.

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Paula Caputo

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