Revista Statto

AMOR DE MÃE

09/05/2020 às 16h36

Quantas vezes sentimos vontade de dizer “Eu te amo, meu filho” e por questões de tempo, trabalho e egoísmo – sim, você leu corretamente: egoísmo! – Não expressamos o que sentimos.

Vamos voltar no tempo: feche os olhos e procure se lembrar do dia em que ele nasceu.

Você se lembra da primeira vez que olhou para aqueles olhinhos? Respire fundo… pois com certeza sentirá uma emoção profunda e inevitavelmente uma lágrima cairá de seus olhos. Agora, com mais clareza você poderá sentir aquela criaturinha em seus braços, dizendo: “Mamãe, estou aqui juntinho de você; me abrace forte, me aconchegue junto ao seu peito, alimenta-me com seu amor de mãe.”

Como são emocionantes as lembranças, não é mesmo? Ele foi crescendo, crescendo e você curtindo cada etapa do seu desenvolvimento; primeiro as trocas de fraldas, as mamadas de madrugada, aquela dor de barriga, o choro que incomodava.

Volte agora para sua realidade atual, olhe para ele e pense: “Em todo este tempo de convivência no lar quantas vezes você disse “eu te amo, meu filho”? Talvez uma, duas ou… nunca disse!

Para dizer “eu te amo, filho” pode ser em qualquer momento, basta ter coragem; sim, isto mesmo: coragem! Não é necessário ele estar presente; apenas com um telefonema você pode dizer; apenas é preciso ter vontade de expressar seus sentimentos.

A frase “Eu te amo, filho” desperta segurança, estabilidade emocional, alegria e compreensão. O amor entre mãe e filho, com certeza, deixa longe um drama vivido por muitos lares: “as drogas”.

Não sinta vergonha! Hoje mesmo, após ler este artigo, se estiver longe, ligue, escreva uma carta, mande uma mensagem ou, simplesmente olhe em seus olhos e diga “meu filho, eu te amo”.

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