Revista Statto

O FUTURO QUE NOS AGUARDA

22/11/2021 às 23h21

Já não é mais uma curiosidade o que podemos observar com uma certa frequência, um assunto já vem sendo mais que debatido em uma esfera mais alta, ele vem sendo trabalhado e desenvolvido a largos passos pela comunidade científica, estamos falando do futuro da humanidade.  Em que iremos nos tornar?  Onde habitaremos? Que tipo de vida nos aguarda?

   Nunca tivemos tanto avanço científico em tão curto espaço de tempo.  Falar sobre o que transcende o planeta terra, já adorna noticiários diariamente em praticamente todos os veículos de comunicação.  Estações espaciais, robôs em marte, vida fora do nosso planeta, enfim, tudo está sendo interpretado de forma a não causar mais impacto.  A possibilidade de intercâmbio com seres de outros planetas está cada vez mais próxima de nossa realidade, se isso já não é realidade para alguns já a algum tempo.  Tantos acontecimentos vem influenciando o ser humano que já não dá mais para subestimar determinadas possibilidades.

   A comunidade científica e a tecnologia nunca evoluíram tanto em tão pouco tempo.  É como avançar 50 anos em 5.  Parece que algo transformador na humanidade tem data certa para acontecer e para isso a ciência precisa está preparada para lidar com essa transformação. 

   Façamos um exercício voltando o tempo em 30 anos e paralelamente vamos comparando com nosso hoje: Mega-multi telefones celulares, a quantidade de satélites que permeiam as cercanias terrestre, carros elétricos, energias solar e eólica, acesso a notícias de qualquer lugar do mundo em tempo real, comunicação vídeo conferência, inteligência artificial, sistemas manuseados por reconhecimento de voz, drones operando como instrumento policial, delivery, pesquisas em lugares inacessíveis.   É, parece que estamos em outro mundo totalmente apartados de uma realidade super transformadora em apenas 30 anos, então qual o absurdo trabalhar com a real possibilidade de em um futuro bem próximo convivermos com o transporte da matéria?  Você entra em uma máquina onde ao clicar um botão você estará em qualquer lugar que desejar em milésimos de segundo. Outra faceta da ciência é o cérebro híbrido, onde através de um chip implantado na caixa craniana os pensamentos são transmitidos para um laptop que traduz todo o conteúdo em formato de texto ou sonoro (voz artificial).  Uma pequena observação:  Isso não é coisa do futuro, pois o físico britânico Stephen Hawking se utilizava desse recurso devido suas limitações por conta da “ELA” Esclerose Lateral Amiotrófica.  Isso pressupõe duas realidades, a primeira seria a de beneficiar os portadores de Alzheimer, onde um banco de dados remonta a lembrança de fatos importantes, minimizando as consequências da perda de memória. E segundo, pode ser a falta de liberdade caso esse chip seja monitorado por poderes políticos, tirando a autonomia da vontade e privacidade da pessoa em pensar.

   Não podemos também descartar a quase realidade de nos tornarmos seres transestrelares, habitando outros planetas de nossa galáxia ou até de outras.

   Diante desse cenário gigantesco de transformações, fica uma dúvida um tanto indigesta: Com a expansão da capacidade cognitiva do ser humano, como ele vai usar toda esse complexo de novas conquistas por intermédio de sua inteligência?  Já foi construído um histórico que sempre que uma pequena fração da humanidade dar saltos na expansão de sua capacidade cognitiva, o homem tenta superar Deus, contraindo poder sob ameaça de extinção da humanidade.  Foi assim com Adão e Eva no jardim do Éden na ocasião da tentação da serpente.  Também permeou a ganância de Adolf Hitler.  O projeto genoma que inspirou Barack Obama a investir em um projeto que mapeia a mente humana.  O projeto Manhattan que desenvolveu a bomba atômica, e tantos outros cenários que guardadas as devidas proporções continuam a fazer parte de nossos dias ainda hoje.

   Fica nosso compromisso com a reflexão de como se inserir nesse processo de evolução científica e tecnológica, com a responsabilidade de fazer valer o privilégio em antever fatos, assim como principalmente evoluir a moral humana para o bom usufruto da vida e do mundo que em seus contextos fazem com que tudo conspire a nosso favor.

Matéria de: Romero Silva Silva

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