Revista Statto

ESTRESSE O MAL DO SÉCULO

01/10/2019 às 09h01

Nesse turbilhão que vivemos, as vezes somos atropelados pela rotina, os afazeres do dia a dia, as contas atrasadas, os compromissos do trabalho, da faculdade e outras tantas preocupações, todo esse pacote de situações que absorvemos no nosso viver, que são o estopim para a irritação no cotidiano e, com ela, outros problemas como dores de cabeça, cansaço físico e perda do sono. Saiba que todos esses desequilíbrios podem estar atrelados a um fator em comum – o estresse. Esse problema, tão comum, às vezes é ignorado, e que age ativamente em nossa vida e não nos damos conta das medidas necessárias para reduzi-lo.

O estresse, nada mais é do que uma resposta natural do corpo humano quando ele está sob tensão (física ou psicológica). Neste estado, o organismo produz uma série de hormônios e substâncias, como a adrenalina, que ajudam o corpo a dar uma resposta rápida aos estímulos exteriores. No entanto, se o corpo se encontra em estresse por um tempo prolongado, os efeitos na saúde física e emocional podem ser prejudiciais.

Segundo estudos, existe uma classificação dos níveis de estresse, que vão do agudo ao crônico, vejam abaixo um pouco de cada um, e os efeitos que trazem para saúde da população.

AGUDO: É o tipo mais comum, de curta durabilidade e pouco prejudicial ao corpo humano. Para alguns especialistas, o estresse agudo pode até ser positivo para o organismo, pois faz com o que o cérebro trabalhe mais rapidamente para resolver o problema em que o indivíduo se encontra. As causas para esse tipo de estresse são eventos isolados, como alguma situação desconfortável, discussões ou a surpresa de alguma notícia inesperada.

AGUDO EPISÓDICO: Tem causas parecidas com as do tipo anterior, porém, as consequências são negativas. O agudo episódico é caracterizado pela permanência durante vários dias da semana e alterações na saúde mental da pessoa, como perda de autoestima, ansiedade excessiva e insônia. O indivíduo que sofre com esse problema se torna pessimista e fica em um estado prolongado de tensão. Outros problemas de saúde, como gastrite e úlcera, podem aparecer.

CRÔNICO: Sendo a categoria mais grave de estresse, esse tipo tem causas mais complexas, assim como efeitos duradouros e muito negativos para quem sofre com ele. O crônico pode surgir como um dos tipos anteriores, tornando-se persistente, ou pode aparecer muito cedo na vida da pessoa, após algum evento traumático. O indivíduo que possui esse estresse torna-se incapaz de encontrar uma solução e vive em um estado permanente de tensão e cansaço. Alterações na personalidade e problemas de relacionamento são consequências comuns do estresse crônico.

Além de perturbações no sono, alterações hormonais e problemas cognitivos, como perda de memória e dificuldade de concentração, o estresse também está atrelado ao surgimento de doenças cardiovasculares. As tensões emocionais podem causar arritmias ou até infartos.

PEÇA AJUDA: Quando não podemos mudar ou eliminar o estressor precisamos nos adaptar a ele, da melhor maneira. “Se seu problema é o trânsito, tente outros horários ou rotas alternativas. Saia mais cedo. Se tiver que enfrentá-lo terá duas opções: da forma melhor, ou da pior. Você pode ficar irritado, buzinando ou gritando. Ou pode ouvir música, treinar o ouvido para idiomas, ouvir um seminário ou aula. Precisamos resolver o que fazer com o problema que está lá e vai continuar por lá.

Os fatores internos, aqueles que são resultado de características de personalidade, requerem trabalho maior. “Ninguém muda com pequenas dicas, e psicoterapia pode ser necessária. Quando o jeito de lidar com as coisas é problemático, é aconselhável procurar um psicólogo.

IMPORTANTE: Em nenhum momento se automedique. “Não existe medicação para tratar estresse. Alguns médicos prescrevem complexos vitamínicos. Se o estresse for crônico e evoluir para um estado depressivo ou ansioso, encaminhamos para avaliação de um psiquiatra.

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