Revista Statto

ANTONIO CHAVES

09/05/2020 às 10h34

Antonio Carlos Rodrigues Chaves

Instagram: oinotnachaves

Cidade: Rio de Janeiro/RJ

Nasci em 1959 no Rio de Janeiro. Venho de família humilde e lutei muito para chegar onde ainda contínuo chegando.

Comecei a me interessar pela poesia ainda na adolescência. Onde eu escrevia pequenos trechos, foi quando comecei a sentir uma vontade enorme de me expressar através desses trechos, e comecei a sentir uma profunda sintonia com o meu modo de ver e de sentir.

Desses pequenos trechos, fui juntando cada frase que escrevia, até surgir a arte da poesia na minha vida. A partir desse momento, comecei a participar de vários Concursos Literários e não parei por aí.

Comecei a participar de Antologias Literárias, ganhando vários Certificados de Participações.

A minha primeira Antologia Literária foi com o tema \”MEU BRASIL BRASILEIRO\” (2013). A segunda com o tema \”BRASIL de A a Z\” (2014). A terceira com o tema \”FAZENDO AMOR COM A POESIA\” (2015). A quarta com o tema \”TODAS AS MULHERES DO MUNDO\” (2017). A quinta com o tema \”ANUÁRIO DE ESCRITORES 30 ANOS\” (2018).

O meu primeiro livro Infanto-juvenil, de minha autoria O INDIOZINHO GUARANI (2018). Estou indo para o meu segundo livro, que está em análise na editora.

Está pensando que estou com a intensão de parar? Está redondamente enganado. Não tenho esta intenção. Estou escrevendo outros.

Me formei em Bacharel em Publicidade e Propaganda. Fiz o curso Técnico de Enfermagem, e o destino quis, que eu cuidasse de vidas humanas.

Sou Servidor Público Estadual, Escritor; Colunista do jornal de grande expansão no Rio Grande do Sul; Colunista do site Pensar bem viver bem em São Paulo.

Eu me defino como um ser em mutação, porque estou sempre em busca de ideias inovadoras para minha vida. A Espiritualidade é a minha busca constante pelo significado da vida, da minha conexão com o todo. Onde me sinto em equilíbrio com a prática do amor, da paz, da harmonia e da felicidade. Tudo isto está relacionado com a espiritualidade, e com a essência do meu viver. A Fé é o alicerce para as minhas conquistas do presente e do futuro. Encontrei na doutrina espírita as respostas para as minhas dúvidas e anseios, com muita lógica e coerência.

Quero concluir, lembrando que a figura do professor foi a principal referência de minha vida. Precisamos garantir o direito à leitura no sentido geral.

Que esta minha história de vida, possa incentivar aos mais jovens, que dizem não gostar de ler. E sabemos: – não gostam de ler porque não são motivados, não são ensinados.

Leitura se ensina sim, e ensinar é democratizar a experiência da leitura. É, portanto, responsabilidade do docente promover a leitura e assegurar a todos, o direito de ser um indivíduo atuante no mundo em que vivemos. (Namastê).

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