Revista Statto

PERDOAR DIFICIL DECISÃO

16/08/2019 às 16h06

Poucas coisas são tão dolorosas em relacionamento quanto a traição, mas o que fazer, ou qual atitude tomar, só sabe quem já viveu essa terrível situação, enquanto algumas põem logo fim no relacionamento, outras optam por dar mais uma chance.

O triângulo amoroso é uma barreira que muitos casais, enfrentam durante o relacionamento, as vezes devido ao “mau caratismo do outro” ou uma terceira pessoa que surgiu e despertou o interesse em quem já era comprometido, em ambos os casos o fato é que sentimentos envolvidos tomaram conta e deixaram com que o erro acontecesse.

O fato é que, independente de como ocorreu, o ato de trair machuca profundamente quem sempre se manteve fiel, e, consequentemente, a perda da credibilidade no outro, pode ser o fim de tudo, mas, para algumas pessoas, a traição pode ser perdoada. Desde que esse perdão não traga uma carga de sofrimento que venha a comprometer o bem-estar físico mental e emocional de quem perdoa.

O perdão deve ser uma livre escolha e quem vem a perdoar deve se responsabilizar pela decisão tomada, para posteriormente não o utilizar como moeda de troca ou como meio de submeter e controlar o outro.

Entender os motivos que levaram uma pessoa a trair provocará uma auto avaliação de cada um na relação, e fará com que ambos assumam sua responsabilidade na manutenção do amor. É preciso alimentá-lo sempre!

Só cabe o perdão onde ainda existe amor e o arrependimento sincero de quem traiu. É possível reconstruir uma relação pautada em novos moldes de funcionamento, e em especial, num diálogo franco e atitudes transparentes.

Quanto a perdoar ou não perdoar, vale a máxima, cada um sabe onde o calo aperta. Então, se de fato a traição acontecer, se permita o “luto”, chore, desabafe com as amigas tome um porre, e depois tome uma decisão e a siga, sem remorsos ou rancores. E como todo conselho tem que ser dado, reavalie o relacionamento antes de tomar qualquer decisão.

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