Revista Statto

ROTINAS, VITÓRIAS E SOLIDARIEDADE: PROVOCAÇÕES SEM LIMITES

22/06/2021 às 09h32

Há quem diga que diversos povos são acolhedores. Na pesquisa realizada em 28 países, o Instituto IPSOS conseguiu o seguinte resultado: 8 a cada 10 pessoas ou 78% dos brasileiros são a favor de acolher refugiados. A curiosidade é que o Brasil é o terceiro com o maior apoio para estender a mão para pessoas as quais estão passando dificuldade em seu país natal como em situações de perigo. Por conta da situação de pandemia, 52% discordam em fechar as fronteiras e 38% acreditam que os recursos para atendimentos, alimentação e residências devem se manter.

O brasileiro sabe que dificuldades vão e podem voltar. Ninguém deseja estar em dificuldade, pelo menos quem planta, trabalha, corre atrás de conquistas, objetivos, opta por algumas escolhas em detrimentos de outras. A dificuldade sempre foi sinal de aprendizado. Aqui vai minhas saudações às pessoas que se privam para estudar, trabalhos para pagar a faculdade, investimentos em cursinhos, estudos para concursos, desenvolvimento na carreira para dar outros pulos, novas responsabilidades no atual ou próximo trabalho. A maneira ou à sua maneira de copilar o que mais seja importante para você (amigos, amor, jogos, títulos), está exatamente onde sua mente quer estar.

Nascemos com diversos modelos mentais e, principalmente, com diversas palavras negativas como os “não fazer”, conformidade com algumas ideias. Mas não era para ser assim. Um dos melhores exemplos de confusão mental é entender nossas capacidades. A mente pode ser corrigida com o tempo. Mas nem a ciência, a tecnologia, nem a teologia podem dizer o que somos capazes ou não de fazer. E essa história é longa.

Os Jogos Olímpicos de Tóquio começarão em breve (2021) e novos recordes serão quebrados mais uma vez. Pessoas ficam cada vez mais ricas com a confiança de investidores e as transformações de mercados, e a mudança de dinheiro em espécie nada tem a ver com o estímulo de reciprocidade para serviços e compras, são os novos comportamentos e precificações que se inovam para a gestão financeira. Enquanto Jeff Bezos e Bernard Arnault travam uma batalha silenciosa nesse momento para ver quem passará melhor dos US$ 200 bilhões em 2021, diversos milionários obtêm oportunidades com a crise, fazendo influencers lembrarem mais uma vez aquelas perspectivas: criar oportunidades na crise.

Há quem diga que é sorte, todavia tem muito trabalho duro e negociações como no setor de cartões com a Stone, um novo jeito de atendimento e oferecimento de serviços bancários com a Nubank, os passos gigantes da BRF com novas frentes e conquistas, os acertos de contas da Vale e do Carrefour. Para inovar, basta ter uma nova ideia, criação ou visão do que oferece ao seu público. No empreendedorismo, a escola do aprendizado ensina que todos são estrategistas. Isso vale do estagiário até o CEO da empresa. São aprendizagens e, mesmo se você estiver com cabelos grisalhos ou com o cabelo com muito estilo, haverá algo para aprender.

Ainda na questão de limites há muitos exemplos: idosos que se reinventaram na tecnologia seja estudando, fazendo cursos ou conversando com amigos graças à tecnologia provenientes das empresas WhatsApp, Zoom e Teams; um jogador de futebol chamado Cristiano Ronaldo o qual correu 99 metros em 14 segundos, atingindo 28km/h com 36 anos de idade no jogo entre Portugal e França; os surgimentos de novas formas de trabalho, trabalhos flexíveis, sem chefes, trabalhos por aplicativos, etc..; o novo jeito de fazer turismo internamente em sua região ou cidade com descobertas a custos acessíveis; os jogadores de futebol profissionais que se inovaram em outras funções e profissões na pandemia; sem falar nos ensinos domiciliares com apoio ou não da tecnologia.

O ser humano quebra barreiras, encaminha seu passaporte para novas conquistas quando passa por pontos que deixa qualquer um de boca aberta e isso não está na participação coletiva ou seletiva, está no argumento cooperativo de que, todos fazendo a sua parte, as coisas vão bem. De tudo um: é preciso muita competência e habilidade para você ser você mesmo.

A história humana nos ensina que existem pontos altos e baixos com diferentes perspectivas para aprender. Nossas mães nos contam histórias com diferentes finais. Só a inflação que insiste em atrapalhar o aluguel, o consumo e o desejo de usufruir do que emparelhar todas as classes e, embora possa parecer consistente, a pandemia fez a economia brasileira recuar 10 dez anos tratando-se em poder de compra. Esse limite contamina e é o mais maléfico no globo.

Aqui vale destaque para o meme que circula nas redes sociais do diálogo entre Steve Rodgers e Bruce Banner:

(EUA) – “Como farão para enfrentar a crise?”

(Brasil) – Este é o nosso segredo Capitão, estamos sempre em crise.”

E o tom natural para se entender essa situação é a histórica rotação de juros, PIB e desenvolvimento de serviços, mas é difícil falar sério depois dessa.

Você reconhece seus limites para aprender um idioma como Gregg M. Cox o qual lê e escreve em 64 línguas e 11 dialetos, sendo que 14 fluentemente? Ou para conquistar tantos títulos como Daniel Alves que levantou 41 troféus em sua carreira? Como Suresh Joachim que passou roupa durante 55 horas e 5 minutos? Essa última não parece tão extraordinária assim. É claro que esses são exemplos extravagantes, mas o leitor não precisa ser um super-herói nem fazer algo inédito, basta ser inovador em sua vida como um domingo que faz um piquenique com seus filhos, ou um sábado pular de paraquedas com seu amor. Note que a suficiência é ser criativo que a felicidade, a inovação e seus limites (adrenalina) falarão mais altos que a sua voz.

Acostumamos a fazer uma rotina, a ter um ofício, a pagar impostos sem nunca nos questionar o motivo, para quê? Quando surge alguém, a história se repete: expulsamos-vos ou realizamos uma rebelião. Acho que isso vem dos filmes. A conexão direta que uma rotina compreende em nosso bem-estar é medida de forma que com ela é possível melhorar. E pensar que o cochilo por alguns minutos depois do almoço, influencia sua renovação cerebral, melhorando o desempenho cognitivo, libera espaço para armazenar novas informações e mais disposição, segundo Renata Federighi da Duoflex, assim na revista Neurology: falar um segundo idioma parece retardar o aparecimento de algumas doenças neurológicas como o Alzheimer.

Você não precisa alterar sua rotina drasticamente para ficar forte como a Gracyanne Barbosa com uma dieta de dez ovos no café da manhã e alimentos somente fitness; aderir a uma harmonização facial, bronzeamento, procedimentos estéticos, clareamento dentário como o do jogador Roberto Firmino; talvez se encaixar na moda com roupas de qualidade, um Iphone, um relógio, um apartamento de 500 metros quadrados, associado em um clube, jogar tênis, boliche, golfe ou futebol aos finais de semana, são tarefas e rotinas, mas você precisa colocar uma palavra no início de cada dia: prioridades. Ponto. Quais são as suas prioridades em sua rotina? Hoje você deseja “X”, estará essa ideia para o longo prazo?

A maior provocação que você terá está em sua mente e no desejo de fazer. A sua riqueza é medida na liquidez dos seus desejos. Lembre-se dos graus de risco e das satisfações em querer comprar. Pense: você acaba de almoçar, seu cérebro pensa que para ser rico precisa repetir o prato duas vezes, a alimentação é boa, mas aí a sua “prioridade” aparece e não deixa. Qual é? Qualidade de vida. E quais são os graus de riscos? Você tem dinheiro para comer hoje, caso não tiver amanhã, possui uma reserva de emergência? Vale a dica e a simulação em rendas fixas ou em investimentos/recursos que você não precisará de imediato como em Tesouro Direto e algumas ações líquidas. Você é arrojado demais para conseguir guardar R$30,00 reais? Sem problemas, há fundos de investimentos acessíveis com mais riscos. Você tem risco moderado? Fundos multimercados são bons pedidos. Risco conservador? Poupança, Letras de Crédito Imobiliário, talvez até Fundos de Investimentos Imobiliários, mas esses assuntos são para outra conversa.

Qual a provocação de hoje? Sua vida está do jeito que sempre sonhou? Ou preferiria estar viajando com seu carro pela rota 66 atravessando estados e cidades dos Estados Unidos? Talvez pegar o trem e conhecer alguns países da Europa. O dólar está baixo? Tudo bem, Bahamas, Ilhas Virgens, Maldivas, Fernando de Noronha estão aí. Acrescento nas provocações Sydney, Nova York, Tóquio, Oslo, Bariloche, Nova Délhi, Atenas. Viagens. Esse é o que desejo a você leitor(a) que prioriza pelo seu bem estar. Seja na sua região, no Google Maps, no planejamento à Disney ou ao Beto Carrero World ano que vem. Faça. Seja feliz. Aceite essas boas provocações para aquecer seu dia e sua semana.

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