Revista Statto

A LEMBRANÇA DA CASA

31/10/2019 às 08h58

A casa desvia uma breve atenção,

Para os muros de concreto sólidos como rocha,

O jardim florido na primavera com o Sol de verão,

Ao brilho dos olhares que seguem na rua de chão.

Nas telhas de barro em cima do teto,

Passam pelas retumbantes noites escondidas,

Que todos os lados posso enxergar,

O destino das pessoas escarnecidas.

Na varanda calma e fria,

Tem a rede para descansar,

Uma soneca chega repentina,

Como um pensamento que veio desabrochar,

E nela relaxo todo o corpo,

Ficando com preguiça de levantar.

O quarto és meu pavil de dinamite,

Prestes a causar uma grande explosão,

Sendo quente como o suor do dia,

E perigoso como um furacão,

Mas ao mesmo tempo adocicado,

Com um toque de alegria e cheia de emoção,

Enfim é a casa dos sonhos,

Onde existe amor e paz,

Toma a felicidade de um pouco,

Que em tudo torna-se capaz

 

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