Revista Statto

COMPETITIVIDADE

18/12/2018 às 10h32

Na edição anterior abordamos o tema competitividade. A partir disso é oportuno abordar alguns assuntos que muitas vezes podem se constituir em problema ao empresário, mas que frequentam uma linha secundária nas agendas das lideranças para tratamento e resolução. Admitimos que ter sucesso nos empreendimentos é altamente desafiador. No entanto, se o empresário tiver a clareza de que o sucesso pretendido passa, essencialmente, por suas ações e postura esse desafio se torna mais ameno.

Na maioria das vezes é sugerido que o empresário faça uma distinção entre a sua vida pessoal e a profissional. No entanto, esta receita além de ser um grande equívoco é algo impossível de realizar. O empresário será sempre empresário, independente do porte de seu negócio, do segmento de atuação e tantas outras classificações, ou seja, em qualquer momento e onde ele estiver é o responsável primeiro pela personalidade jurídica que optou por possuir.

O que muitas vezes causa desconforto são as situações problema que geram preocupações ao empresário e, que acaba consumindo sua tranquilidade, seu bem-estar, sua qualidade de vida e sua felicidade. Dessa forma o empresário, mesmo estando em seu momento de descanso, de lazer, de descontração não estará pleno nessas situações em função de algo que não esteja bem resolvido em seu negócio e que o afetará de maneira nociva.

Se situações como esta perdurarem por tempo demasiado, traz complicações maiores capazes de comprometer a pessoa jurídica e a pessoa física do empresário, além de afetar as pessoas e empresas de suas relações.

Para evitar isso, o empresário nunca deve subestimar o seu potencial de solução de problemas. Pode até haver a escassez de determinados recursos em certos momentos, mas a capacidade de correção do rumo está com o empresário. Há, que se ter presente, que uma empresa é uma extensão direta da pessoa de seu idealizador e, que todo o resto depende da compreensão e das ações tomadas a partir dessa premissa.

É comum empresários recorrerem a especialistas para eliminar problemas e até mesmo para definir os próximos passos. No entanto, o que se verifica é que estes profissionais, sejam eles terceiros ou colaboradores, não possuem o ponto exato do negócio. Isso, está somente nas mãos e mentes dos proprietários. Esta afirmativa não se refere a desprezar ou inferir que o empresário não necessite de técnicos para alinhar as ações necessárias, mas que ele precisa estar no centro de tudo e, entender que os especialistas o auxiliarão com seu repertório de ferramentas e técnicas, mas o líder é o empresário em primeira pessoa.

A liderança deve ser constantemente alimentada e desenvolvida. Portanto, cabe às empresas investir em desenvolvimento de gestão e de pessoas. Porém, não somente naquilo que é voltado ao seu corpo funcional ou às operações propriamente ditas, mas deve o empresário buscar qualificar-se, adquirir conhecimento que o reforce como o protagonista de sua empresa.

À medida que o principal líder se desenvolve a empresa obtém ponto de ganho maior, pois, quanto maior for seu conhecimento, maior será sua visão e assim, como o tomador de decisão, estará mais denso para decidir pela escolha que lhe dará o ponto ótimo.

Empresário: qualifique-se, estude, busque recursos e profissionais que possam reforçá-lo. Assim, você estará dando passos firmes e decisivos para o sucesso da sua empresa e para sua realização pessoal.

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