Revista Statto

A EDUCAÇÃO FINANCEIRA COMO CHAVE DE OURO

02/03/2021 às 10h42

Uma corrida ao mercado de renda variável deu-se enquanto a taxa Selic estava em 2% a.a. por conseguinte a inflação (medida pelo IBGE na forma do IPCA) estava chegando próximos dos 4,5% nos últimos 12 meses. Esse último resultado assustou diversos investidores que tiveram de migrar investimentos de renda fixa para renda variável. Foram momentos diferentes que mudaram o cenário brasileiro.

Nunca houve tantas corretoras com formação de conteúdos de qualidade ou informativos como antes. A educação financeira atravessou o básico para virar um assunto intermediário nas palavras de pessoas que tinham pouca instrução e buscavam em todas as partes da internet. Embora aceita-se o interesse de tantas pessoas assim, é razoável ter-se a ideia de que precisa de melhor direcionamento com a palavra de especialistas, operadores do mercado financeiro, personalidades com experiência no tema.

Para preparar um bom prato é preciso a atenção de um chef de cozinha; para uma partida de futebol é interessante a avaliação de um ex-jogador ou comentarista para aquecer o jogo; para eleições, é confortável especialistas debaterem com políticos para tirarem dúvidas de propostas de partidos e candidatos; não será diferente quando o assunto é finanças e o seu dinheiro está no jogo.

Muitos investidores apostam em sua educação financeira como chave de ouro para seu envolvimento nos negócios, nos relacionamentos com investidores, relacionamentos com clientes e cuidados para interesses. A complexidade da matéria está além de mercados eficientes, pois nos emergentes pode haver oportunidades a serem exploradas.

Com a dedicação necessária, qualquer pessoa pode buscar conselhos em informativos de instituições financeiras seja por e-mail, seja por publicidade, e esse estudo apreciativo é a ponte que liga o sucesso de um investimento e o custo-benefício, a medida risco versus retorno. Claro, há outras premissas que precisam ser avaliadas como a administração de recursos, imagem, gestão, etc.

Há diversos cursos em bons sites sobre o tema que exploram inovações em títulos, contratos, mercado acionário. Seja um curso pago ou gratuito, a didática como ele se aplica deve se levar em conta para pôr em prática posteriormente.

Quando uma pessoa aplica um valor, ele está colocando confiança, acreditando na promessa de retorno ou colocando crédito e tornando-o líquido. Esse passo confiante é uma parte da chave de ouro, a educação financeira explícita. Independente se faça você um acionista, credor, investidor, negociante, essa aposta move o mercado e impacta, segundo a B3 em dezembro de 2020, todos os 3,2 milhões de investidores brasileiros que participam.

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