Revista Statto

O FUTURO DA EDUCAÇÃO

04/10/2021 às 09h41

Em uma breve reflexão sobre a educação, podemos facilmente observar o quão transformador tem sido os últimos anos, porém não obstante essa nova realidade, mais complexo ainda é mensurar tudo que ainda virá.

Tecnologia é apenas uma parte do contexto que viabiliza essas transformações, assim como a ciência.  Isso nos remete a identificar em que parte dessa evolução estamos situados.

Realidade aumentada virtual, avaliação tecnológica de QI e potencialidade cognitiva, salas de aulas personalizadas de acordo com o comportamento do aluno, inteligência artificial, vídeos interativos adaptados a capacidade e evolução de aprendizado, serão em breve ferramentas que integrarão o formato educacional.

Observando os dias atuais, podemos constatar a vertiginosa evolução do EAD, isso não por acaso já sinaliza uma adaptação para novos modelos de educação em um breve futuro.  A autonomia do aluno já é fato, nada mais o prende em um horário fixo para estudar, os recursos estão mais acessíveis e o tempo é administrado de acordo com a subjetividade de cada aluno. 

A interatividade com o conhecimento está disponível 24 hs e as avaliações não mais remetem o aluno a submissão de padrões limitantes que os obriguem a decorar fórmulas ou conceitos.  O entendimento e a compreensão são os facilitadores essenciais para que o estudo se torne uma experiência e não mais aquela técnica engessada do decoreba, afinal antigamente se estudava para acumular conhecimentos.  Hoje estudamos para sermos pessoas melhores.  O professor passou a ser um mentor orientador e não mais aquela figura que fixava conceitos preestabelecidos. 

Em breve alcançaremos realidades desafiadoras quanto a quebra de paradigmas, principalmente quanto a forma de avaliar a performance de aprendizado do aluno, pois não mais será utilizada a velha nota “10” ou conceito “A” como fator motivacional na referência avaliativa.  O interesse pelo conhecimento e a forma com que se vai lidar com essa nova experiência é que vai outorgar o aprendizado, prevalecendo o interesse. 

Será banido plenamente a metodologia do aprendizado catequético, que será substituído pelo aprendizado heurístico, ou seja, o aprendizado se dará por uma experiência sentida e vivida, sobretudo com efeito transformador, preparando o aluno cada vez mais para o desenvolvimento de habilidades comportamentais, o que atualmente conhecemos por “Soft Skiis”.

As exigências que formatam o profissional do futuro versam diretamente proporcional ao formato da educação do futuro.  Os estudos estarão menos pragmáticos e teóricos, porém ganharão contextos mais empregáveis como: empreendedorismo, pensamento crítico, adaptabilidade, agilidade e curiosidade, que farão parte da estrutura curricular do aluno.

O futuro da educação aponta para o desenvolvimento pessoal do indivíduo tanto em atitudes e comportamentos quanto em igual valor ao conhecimento técnico e teórico. 

Fica uma reflexão: Não é sugestivo se antecipar a esses aspectos?  Só o fato de termos imergido nesse assunto durante essa leitura, já nos paira lançar um olhar sobre nossa jornada no sentido de avaliar, onde estamos, para onde queremos ir e como nos prepararmos.

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