Revista Statto

O que reserva os próximos passos na Tecnologia, Inovações e nos Softwares?

10/01/2022 às 19h49

Para mercados variáveis, o que não for informações com fontes, passa para a especulação, e especular é como jogar na mega da virada em aposta simples e acertar o prêmio principal com chances de 1 em 50 milhões. Não é para amadores. E mesmo investindo o máximo sobre 15 números dos 60 disponíveis suas tentativas caem para 10.003 vezes, ainda assim, um bocado de papeis seria necessário. A tecnologia possui a mesma expectativa quando tenta moldar aspectos futuros.


Quais serão os próximos passos para a tecnologia? Há quem diga que nos estudos sobre o ponto do consumidor, empresas destinam esforços para facilitar a rotina, agendas, reuniões, diversões e preencher todas as lacunas humanas. Provavelmente esse é um ponto de grande debate como seria feito, o que o passado mostra é que está nas inovações de testes alinhadas com o desenvolvimento de softwares uma solução para um problema. A questão que fica é: quais os próximos problemas?


Quando faltava um gerenciamento de serviços em rede, um banco de dados que obedeça o comportamento do consumidor, ou ainda, um aplicativo que possibilite consumidores venderem diretamente a outros; ou quando se pensa na segurança da informação de usuários, nos serviços de hospedagem, ou ainda em cupons de desconto para compras, na gestão da cadeia de suprimentos – Supply Chain Management, nas vendas de eletrônicos para o varejo e para o atacado, em um software financeiro, no acesso às notícias, informações do mercado financeiro e aos certificados digitais para empresas e pessoas; são exemplos práticos de achar empresas que fornecem essas soluções. Destas, deveria haver um problema encontrado por empreendedores e pesquisaram e atribuíram um valor, com ele possibilitaram desenvolver um propósito para resolvê-lo.

Explorar o planeta já teve ter sido pensado antes, não há muito tempo na história recente do homem moderno. Se os relacionamentos dos mercados parecem cada vez mais próximos e o consumidor percebe isso, deveria, as empresas e processos estão se aproximando cada vez mais. O colunista sempre apostou na experiência do usuário/consumidor como as próximas dinâmicas de inovação o que foi apresentado em diferentes frentes e, hoje, mais do que nunca nas instituições financeiras mostrando que cada cliente pode ter um meio de pagamento, um jeito de investir seu. Logo, não é a empresa que possui um modo automático, o investidor pode moldar ferramentas a seus interesses.


Fugindo do cenário financeiro em si, desde o varejo com as compras online, até serviços de segurança, alimentação, transporte, água, energia, petróleo, gás, entre outros, mostram como a inovação de um serviço/produtos são os ingredientes para atrair clientes e parceiros de negócios; está na inovação. Talvez as empresas tradicionais como conhecemos hoje transformam-se para novos modelos de negócio, alterações de pedidos, checagens, entretanto para migrar para o digital e tornar o acesso a um clique ou tornando a experiência como o ponto central, será mais incisivo e diferente.
Há muita informação na internet útil para todos os públicos e estão a uma pesquisa de serem encontrados. Qual o problema? É que fazer com essa informação. Todas essas informações resolveram a intenção de tornar a educação mais acessível e fazer com que as pessoas se questionassem mais? A resposta é negativa. Novos eventos surgiram. Apesar de uma fake news ser capaz de ser checada facilmente, o risco de uma mentira se espalhar é alto, pois as pessoas não conferem ou comparam a veracidade de informações. O ser humano possui esse problema de credibilidade. As empresas parecem ter driblado essa questão no campo físico, contudo no campo virtual podem atingir fortemente suas reputações.


Voltando ao financeiro para tornar a experiência do cliente única e a precificação de ativos, essa é a “ponte” usada para empresas de tecnologia que valem bilhões de dólares: marketing e publicidade. Apesar da Tesla valer hoje US$1,072 trilhão com o valor de mercado maior que qualquer empresa automobilística e pôr Elon Musk, CEO da Tesla Motors e da SpaceX, pessoa mais rica do mundo, com US$274 bilhões (Forbes, 25/12/2021), com amostras financeiras enormes, o primeiro lucro anual veio só em 2020, o que acontece? A resposta está na expectativa futura de caixa. Mesmo a empresa ter registrado lucro de US$721 milhões em 2020, fundada em 2003, a gestão, o modelo de negócio e a experiência com o usuário, elevando sua tecnologia, a criatividade para inovação e o desenvolvimento de softwares sofisticados, transformando-a em um exemplo pioneiro.


Pode ser citada o modo de atuação da Meta (ex-Facebook) e suas subsidiárias Instagram, WhatsApp, Messenger e Oculus VR a uma representação da distorção para com o mercado. Seu propósito sai de conectar as pessoas para o lado físico com as mensagens instantâneas, e parte para um encontro no metaverso ou digital. E ainda como os usuários possuem preferência de gastar seu tempo com os jogos da Tencent; as pesquisas em primeira pessoa com a experiência do YouTube, Vevo, Google, entre outras, através da publicidade nas subsidiárias da Alphabet; a logística, transporte, streaming, inteligência artificial e computação em nuvem apurados da Amazon; com o desenvolvimento de aplicativos de inteligência artificial, dispositivos, serviços em nuvem da Microsoft; ou, por fim, na missão de projetar produtos eletrônicos de consumo, com softwares avançados, sistemas, experiência do usuário avançados pela Apple.
Não há um meio de definir que o valor de mercado da Apple hoje de US$2,892 trilhões nem que a compreensão da dinâmica de um apostador identificar os seis números vencedores da Mega da Virada possibilitarão um caminho avesso ao risco e o fará que um negócio tenha sucesso. O caminho para muitas vendas pode ser complexo, pode estar em um detalhe que não havia prestado atenção, mas também pode estar definido no contraste da revisão total do projeto. A situação para o gerenciamento de atividades pode estar muito mais no jogo dos negócios e virar uma diversão, do que a diversão virar um jogo e sair dos negócios.

Para 2022, o novo sempre estará por vir, podendo ser um clique, uma estratégia, uma inovação virtual, e não importa se ela dará tão certo para prosseguir para os próximos anos, contando que, por agora, investidores e o mercado acreditem nela.

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